Carolina: Filha de Sra. mal atendida em Hospital rebate mentira de secretário

 

Sr Leonardo se eu fosse você teria vergonha de postar um depoimento desse redes sociais … Minha mãe chegou no hospital e foi mal tratada SIIIIM , debocharam da situação que ela se encontrava , minha mãe chegou lá no HMC foi VOMITANDO SANGUE , VOCE SABE O QUÃO GRAVE É UMA PESSOA VOMITAR SANGUE ? vocês acham msm que minha mãe iria vomitar sangue só para prejudicar o tal prefeito ?
E sobre o acontecido lá, foi por falta de compromisso de vocês com os pacientes …
Se negaram medicar minha mãe SIIM , falaram que no hospital não tinha medicamento para medicar ela , e o medico plantonista falou que iria TOMAR BANHO já que minha mãe não queria tomar o remédio injetável que ele receitou , remédio no qual minha mãe passa mal toda vez que toma …
EU TENHO PROVAS DE TUDO QUE MINHA MÃE REALMENTE ESTAVA VOMITANDO SANGUE , ELA NAO FOI PAGA PARA “FINGIR” QUE ESTAVA DOENTE PARA PREJUDICAR NINGUEM … O único pau mandado aqui é você…
O único pago para mentir aqui é você …
Na madrugada quando minha mãe voltou a passar mal , eu retornei ao hospital com ela , e até remédio já tinha para medicar ela , até ambulância ofereceram para transportar ela para outra cidade para fazer os exames que aí em Carolina-Ma não faz , pq o Dr’ ao invés de investir na saúde, investe em bajuladores como você…
E se tivessem realmente pago para fazer tudo aquilo , VOCÊ ACHA QUE EU ESTARIA AQUI EM UM HOSPITAL PÚBLICO COM MINHA MÃE?
NA SITUAÇÃO QUE ELA ESTA?
Você muda de opinião rápido né?
Pq ontem msm depois de todo acontecido, você deu total apoio a família, passou até o seu ctt se precisasse de alguma coisa ligar para você, hoje msm pela manhã eu falei com você por telefone… Maaaaaas … o patrão mandou tem que obedecer né ?!

Para de ser bajulador e se permita enxergar a realidade…

E EU ESTOU POSTANDO AQUI PQ APAGARAM MEU COMENTÁRIO NA PUBLICAÇÃO DA SECOM , NAO SÓ O MEU O DE TODAS AS PESSOAS QUE COMENTARAM CONTRA A ATITUDE DE MERDA DE VOCÊS … SE ESTAO CORRETOS , PQ APAGARAM E BLOQUEARAM TODOS QUE COMENTARAM ?

A atitude de vocês já basta , não preciso falar mais nada… 😘

(Quem quiser ver as fotos de tudo me chama no Pv, que mando tudo , não irei postar aqui pq as imagens são fortes.. )

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Criador de grupo de WhatsApp pode ser processado por ofensas

Recente sentença do TJ-SP mostra que gestores de grupos no aplicativo podem parar no banco dos réus por não coibirem ofensas e difamações

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Administradores de grupos de WhatsApp estão de cabelo em pé. Em uma nova decisão, desembargadores da 34ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo condenaram, por unanimidade, a gestora de um grupo do aplicativo a pagar R$ 3 mil por danos morais a uma mulher ofendida por outra integrante do mesmo grupo, ao ser chamada de ‘vaca’.

No acórdão, o desembargador Soares Levada alegou que a administradora, que recorre da sentença, não coibiu a ofensa. O assunto tem provocado controvérsias. Segundo o Superior Tribunal de Justiça (STJ), crimes cibernéticos no Brasil já atingem anualmente 62 milhões de pessoas.

O assunto divide opiniões. “Não concordo em responder por atitudes de terceiros”, opina o fotógrafo Wallace Feitosa, administrador de dois grupos. Ele diz que, às vezes, se sente como um “padre no confessionário”. “Vira e mexe, as partes que trocam farpas, especialmente por política e futebol, me acionam no privado. Cada um com sua versão. Tem que ter manha para apaziguar os ânimos”, pondera.

Advogado em Direito Digital, Adriano Fidalgo defende punições judiciais. “Se um administrador faz algo errado em uma empresa e responde criminal ou civilmente, por que não no WhatsApp?”, argumenta. Perito em crimes digitais e presidente da Comissão de Direito Digital da OAB/SP, José Milagre diz que a tendência é que as condenações passem a ser comuns. “Só o TJ-SP já tem dois mil acórdãos. A maioria por expulsões de grupos, calúnias, fotos, vídeos, fake news e pornografia infantil”, enumera.

A advogada Giselle Farinhas reforça. “Se por um lado temos a garantia de liberdade de expressão, por outro há também o direito à indenização pela honra lesada. Ou seja, ambos são direitos fundamentais da Constituição”, observa.

A cabeleireira Julita Mariante, 32, acha as condenações “absurdas”. “Sou administradora de grupo com 100 clientes. E sempre tem um ‘barraco’. Imagina se a toda hora alguém me processa?”. O pintor João da Silva, 45, por sua vez, defende intervenções judiciais. “Já fui humilhado e chamado de chifrudo por conta de uma foto da minha esposa com um primo. O administrador ainda me insultou, postando a foto de um touro”, lembra.

Entrevista com José Antônio Milagre, advogado e perito especialista em crimes digitais

– O senhor acredita que o poder judiciário está mais atento e sensível, quanto aos crimes digitais?

Sim, com certeza. Antes era difícil discernir o que era conteúdo de comunicações privadas de outros registros. Assim, quando a vitima buscava conhecer quem eram os integrantes de grupos ou mesmo os registros de acesso a aplicação e números de IPS dos mesmos, muitas vezes tinha seu pleito negado, sob o argumento de que a conversa “é criptografada ponta a ponta”. Uma coisa não tem nada a ver com outra.

Hoje se sabe que embora o conteúdo das conversas “em tese” não seja armazenado pelo comunicador, é dever deste registrar, nos termos do art. 15 do Marco Civil da Internet, os registros de acesso e uso de seus usuários (números IPS), mesmo que o login no whatsApp seja o próprio número telefônico, pois sabemos que hoje um chip pode ser habilitado no nome de outras pessoas, sobretudo para espalhar vingança pornô, ofensas e fakenews. A vitima então pode buscar a quebra de sigilo dos contatos de grupos e de usuários, judicialmente.

– O (a) administrador (a ) de grupo deve mesmo responder judicialmente por conflitos dentro dos grupos de WhatsApp?

Acho que sim, pois os administradores detêm o poder de moderação. Muitas vezes o dano é potencializado. Administradores, que poderiam remover a ofensa, advertir, banir usuários, consentem conteúdos ilegais. E as vezes até incentivam. Assim, assumem o risco de manterem um ambiente imoderado, onde crimes podem ser praticados.

– Então, o (a) administrador (a) deve saber, desde quando monta um grupo ou é colocado como gestor dele, de que possíveis problemas judiciais podem ser enfrentados no futuro?

Com certeza. Neste sentido, não há dúvida. É dever dos administradores tomar atitudes diante de possíveis crimes, fraudes, ofensas ou mesmo conteúdos indevidos (como pornografia infantil, uma dos crimes mais comuns) sob pena de se responsabilizarem por eles. Devem, inclusive, cooperarem com as autoridades, na apuração de conteúdos ilícitos que tramitaram por seus grupos. Na negativa ou se comprovado que não agiram como deveriam, podem até mesmo responder como se fossem o autor das publicações, como já ocorreu em julgamentos sobre o tema no Brasil.

– O senhor tem percebido um aumento de jurisprudência nesses tipos de casos?

Podemos dizer que esses tipos de situações estão disparando. Em pesquisa recente no TJ/SP identificamos mais de 2.000 acórdãos em segunda instância envolvendo WhatsApp. Temos até mesmo processos indenizatórios por banimento de grupos, processos por ofensas e brigas. Mas os principais casos ainda envolvem a circulação de fotos, vídeos, ofensas e fakenews, onde o provedor Facebook Brasil é instado a fornecer os registros de quem “compartilha” a informação, formando-se a timeline da divulgação da ofensa.

– Que tipo de sansões, além de multas, têm ocorrido nesse campo?

Em alguns casos, os processos pedem o bloqueios de conteúdos pelo código HASH (um código único, que identifica um conteúdo), onde pede-se, por exemplo, que uma foto intima de uma menor não continue ou não possa continuar sendo compartilhada no comunicador ponto a ponto. As brigas na Justiça, porém, podem demorar anos, considerando que ainda há resistência da responsável pelo aplicativo em cumprir algumas determinações judiciais. No Brasil, como visto, já tivemos até mesmo suspensão do aplicativo por conta de descumprimento de ordens judiciais.Casos mais graves podem resultar na prisão dos envolvidos.

– Que tipos de crimes mais comuns o administrador de um grupo de WhatsApp está sujeito a responder?

Os administradores podem ser condenados a indenizar por danos morais e materiais sofridos pelas vitimas de difamação em aplicativos com WhatsApp. Ainda, dependendo do contexto, podem ser responsabilizados por calúnia e difamação. Já tivemos casos em que administradores responderam por pornografia infantil a medida em que consentiram com a transmissão de conteúdos desta natureza em seus grupos, o que fora denunciado por um dos membros.

E se um usuário do aplicativo receber e nem abrir conteúdo de fundo criminoso?

A questão é polêmica, pois realmente muitas vezes integrantes de grupos recebem conteúdos no automático e sem saberem (sem dolo) podem estar armazenando em seus celulares conteúdo envolvendo pornografia infantil. Assim, o pecado está na omissão. É sempre importante configurar os aplicativos para não baixarem automaticamente conteúdos. As vezes é melhor estar só do que mal acompanhado, como diz o velho ditado.

Meu conselho é sair de grupos onde não há moderação e os excessos imperam. É possível, judicialmente, obter-se a lista de integrantes que participaram, compartilhando conteúdo criminoso, de algum grupo. Todos podem ser responsabilizados.

– Como agir nos casos em que o usuário recebe conteúdo duvidoso, quanto à origem, e se tem algum tipo de conotação criminosa?

O Superior Tribunal de Justiça publicou levantamento neste domingo no dia 17 do mês passado, sobre precedentes que julgaram crimes cibernéticos no Brasil. Esse tipo de delito já afeta anualmente 62 milhões de pessoas e causa prejuízo de US$ 22 bilhões, de acordo com estudo divulgado no início de 2018 pela empresa de segurança virtual Symantec.

No meu site www.direitodigital.adv.br eu mantenho um e-book gratuito: Crimes virtuais: O que fazer e como agir. As pessoas podem usá-lo. Tambem sou fundador do IDCI (Instituto de Defesa do Usuário e Consumidor de Internet), uma entidade que visa proteger os direitos dos usuários de Internet no Brasil, um dos principais países em números de crimes cibernéticos.

PARA NÃO ‘ERRAR NA MÃO’ Dicas para o bom uso do WhatsApp

Não alimente desentendimentos ou bate-bocas no grupo. Em muitas ocasiões, o silêncio fala mais alto

Só repasse conteúdos relevantes. Correntes, fotos em excesso e infinitas respostas a um ‘bom-dia’ todas as manhãs podem gerar sérios conflitos

Para evitar desentendimentos e fofocas, avise antes de sair de um grupo, informando que estará disponível para conversas privadas. Se preferir, silencie as mensagens

Evite ouvir recados de voz em público. Você não sabe o que virá do outro lado. E não fique na expectativa de respostas imediatas, mesmo após ver que sua mensagem foi lida. Cobrar retorno pega muito mal

Pense mil vezes antes de enviar qualquer conteúdo particular. Ele pode ser compartilhado rapidamente, sem que você saiba

Em hipótese alguma envie mensagens em grupos se estiver alcoolizado. É grande a chance de escrever besteiras e criar grande mal-estar

Se não tiver certeza se a origem da mensagem é verdadeira, não repasse para ninguém. Falsas notícias (fake news) têm causados grandes estragos mundo afora

Nunca inclua alguém num grupo sem consultar quem está sendo incluído

Compartilhar imagens pornográficas é crime e fonte de muitas desavenças

Fonte: Ligia Marques, consultora em etiqueta digital

 

 

Justiça Federal proíbe a Equatorial de cobrar dívidas antigas em faturas mensais no Pará

A Justiça determinou que essas dívidas sejam cobradas em documento separado da fatura mensal. Com essa proibição a quitação de dívidas deverá ser feita apenas à vista.

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Justiça Federal proíbe a Equatorial de cobrar dívidas antigas em faturas mensais no Pará — Foto: TV Verdes Mares/Reprodução

Uma sentença da Justiça Federal proibiu a Equatorial Energia de cobrar dívidas antigas nas faturas mensais e impediu a empresa de coletar assinaturas de pessoas que não sejam titulares da conta ao entregar notificações sobre dívidas. O resultado da ação foi publicada na terça-feira (18), de acordo com o Ministério Público Federal (MPF). A concessionária informou que com essa proibição a quitação de dívidas deverá ser feita apenas à vista.

São consideradas dívidas antigas as vencidas há mais de 90 dias, ou devido a atrasos no pagamento ou de fraude no medidor de consumo atribuída. A Justiça determinou que essas dívidas sejam cobradas em documento separado da fatura mensal.

A sentença também suspendeu trechos de resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) nos quais a concessionária de energia se apoiava para coletar assinatura de não titular da conta ao entregar o TOI.

Assinada pela juíza federal Hind Ghassan Kayath, a sentença acata pedidos de força-tarefa formada por membros do Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Estado do Pará (MPPA), Defensoria Pública da União (DPU) e Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE).

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A Equatorial Energia Pará informou em nota que ainda não foi intimada da sentença. Mas reafirmou que todas as suas práticas e procedimentos são pautados na regulação da Aneel e na legislação de defesa do consumidor.

A empresa informou ainda que esta decisão, se aplicada, dificultará o combate às perdas de energia elétrica no Pará, que é um dos itens verificados pela ANEEL para determinar o valor da tarifa de energia.

A empresa esclareceu que a proibição poderá prejudicar o próprio consumidor, já que esta modalidade de pagamento é um serviço não obrigatório e que é disponibilizado ao consumidor para atender as eventuais necessidades. Com essa proibição a quitação de dívidas deverá ser feita apenas à vista.

 

 

Carolina: Prefeitura tem entrave para construção da Orla. Não apresenta EIA/RIMA e a ART do projeto não contempla a principal atividade que é Urbanização.

No caso em concreto, A prefeitura apresentou um projeto para recebimento de valores no SICONV para construção de uma orla no Município de Carolina, mas não apresenta o licenciamento ambiental de obras de infra-estrutura da orla fluvial, desobedecendo ao procedimento legal, em não apresentar o EIA/RIMA e o licenciamento que seria de competência do IBAMA.

O Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e seu respectivo Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) são documentos técnicos multidisciplinares com objetivo de realizar avaliação ampla e completa dos impactos ambientais significativos e indicar as medidas mitigadoras correspondentes.

Mas, em contrapartida apresentou um documento assinado pelo Secretário de Meio Ambiente de Carolina,  que dispensa o licenciamento Ambiental que consiste de uma RESOLUÇÃO  do CONSEMA Nº Q24 DE 2016Altera a Resolução 03/2013 que define as atividades, obras e empreendimentos que causam ou possam causar impacto ambiental local, fixa normas gerais de cooperação federativa nas ações administrativas decorrentes do exercício da competência comum relativas à proteção das paisagens notáveis, à proteção do meio ambiente, ao combate à poluição em qualquer de suas formas em conformidade com o previsto na Lei Complementar nº 140/2011 e dá outras providências.

De acordo com o apresentado em seu projeto, a Prefeitura Municipal de Carolina, refere-se ao projeto como URBANÍSTICO- sendo respondido pelo setor de análise do Governo como NÃO URBANÍSTICO.

o Concedente solicita que a Prefeitura apresente  Complementação – ANEXAR A MANIFESTAÇÃO DO ÓRGÃO AMBIENTAL COMPETENTE e que a planilha orçamentária há a indicação de 6 meses de obra enquanto o cronograma e a PLE indicam 5 meses.

Um Segundo engodo aplicado pela Prefeitura Municipal de Carolina para se conseguir um possível recurso é que a obra contemplaria da Avenida Tocantins (Confrontando com Cais, Rio Tocantins, Avenida Getúlio Vargas) Bairro Centro.

Mas, sabemos que a beira Rio em Carolina não atinge a Av. Getúlio Vargas. e o govenro diz em resultado de Analise que “A ART do projeto não contempla a principal atividade que é Urbanização”.

Portanto, tentam conseguir recursos urbanístico e aplicam uma mentira ao Governo e à população do Município ou seja, conta-se uma história e fecha-se a porta.

Por outro lado, mesmo contestando a autoridade do IBAMA em conceder as Licenças e atribuindo ao Estado e/ou Município, a competência, a Lei especifica que Há a necessidade de exame prévio do IBAMA em relação ao estudo apresentado ou pelo Estado ou pelo Município como diz a LEI. Caso que não vimos nenhuma manifestação do IBAMA no Projeto Municipal ou do Órgão Licenciador do Estado OU a própria Licença Prévia do órgão do Estado.

Como refere-se o § 1º. do art. 4º.

Art. 4º. – Omissis…..

§ 1º – O IBAMA fará o licenciamento de que trata este artigo após considerar o exame técnico procedido pelos órgãos ambientais dos Estados e Municípios em que se localizar a atividade ou empreendimento, bem como, quando couber, o parecer dos demais órgãos competentes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, envolvidos no procedimento de licenciamento.

Diante do assunto, solicitamos saber em que local encontramos o PACUERA – Responsável pela delimitação e ordenamento do uso do entorno do LAGO UHE-Estreito que nenhum Carolinense tem acesso.

PACUERA – LEGISLAÇÃO

Resolução Conama nº 302 de 20 de março de 2002.
“Dispõe sobre parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente de reservatórios artificiais e regime de uso do entorno”.

Resolução Conama nº 303, 20 de março de 2002.
“Dispõe sobre parâmetros, definições e limites de Áreas de Preservação Permanente”.

Resolução Conama n.º 009, de 03 de dezembro de 1987
“Dispõe sobre a realização de Audiências Públicas no processo
de licenciamento ambiental”.

Resolução SEMA-MS nº 004, de 18 de julho de 1989.
“Disciplina a realização de Audiências Públicas no processo de Licenciamento de Atividades Poluidoras”.

Portaria IMASUL N. 622, DE 10 DE JULHO DE 2018
Estabelece os procedimentos relativos à formalização, análise e aprovação do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial – PACUERA, no âmbito do Licenciamento Ambiental”.

 

DA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAROLINA MESMO MANDANDO UM PROJETO QUE CIRCULA UMA PARTE ENORME DA BEIRA RIO INSERE ENDEREÇO QUE VAI ATÉ AV. GETÚLIO VARGAS EM OUTRO SENTIDO DA CIDADE E ALEGA NÃO PRECISAR DE LICENÇAS DOS ÓRGÃOS COMPETENTES… MAIS UMA MANOBRA ENGANATÓRIA.

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Moro abre canal de denúncia para combate à corrupção

O ministro da Justiaça e Segurança Pública, Sergio Moro, inaugurou um canal eletrônico de denúncias contra a corrupção. A ferramenta, que pode ser acessada no site do Ministério da Justiça e Segurança Pública, foi elaborada em parceria com o International Chamber of Commerce (ICC) do Brasil e garante o anonimato do denunciante.

Leia mais bit.ly/2GAC3uN

DENUNCIE

CANAL

 

Ex-presidente da Câmara e ex-vereador são condenados à prisão em Bom Jardim/MA

Bom_Jardim

A pedido do Ministério Público do Maranhão o ex-vereador Antonio Gomes da Silva, também conhecido como Antonio Cesarino, e a sua esposa, a ex-presidente da Câmara de Vereadores de Bom Jardim, Ana Lídia Sousa Costa, mais conhecida como Ana Cesarino, foram condenados pela Justiça, no dia 13 de fevereiro, à pena de prisão.

Ambos se apropriaram de recursos do referido Município destinados ao pagamento dos servidores. Ao todo, foram desviados R$ 108.720,00.

Antonio Cesarino foi condenado a pena de seis anos e 11 meses de reclusão e, ainda, 394 dias-multa, cada qual no valor de um salário-mínimo, pelos crimes de peculato e estelionato, enquanto Ana Cesarino foi sentenciada a cinco anos e cinco meses de prisão, além de 340 dias-multa, cada qual no valor de um salário-mínimo, por crime de peculato.

Formulou a Ação Penal o promotor de justiça Fábio Santos de Oliveira. Assinou a sentença o juiz Bruno Barbosa Pinheiro.

PECULATO

Consta nos autos que em dezembro de 2014, a então presidente da Câmara de Vereadores sacou mais de R$ 100 mil, em quatro operações diferentes, da conta da Câmara de Vereadores da agência do Bradesco S/A de Bom Jardim, com a justificativa que o dinheiro seria destinado para o pagamento dos salários dos servidores da casa legislativa.

No entanto, a destinação destes recursos jamais foi comprovada. Além disso, vereadores afirmaram, em depoimento à Justiça, que receberam os salários de dezembro de 2014 por meio de transferência bancária.

Conforme a sentença, ficou cabalmente comprovado nos autos que o valor sacado por Ana Lídia dos cofres da Câmara foi entregue ao seu companheiro, Antonio Cesarino, e ambos se apropriaram do dinheiro público.

ESTELIONATO

Também foi comprovado que Antonio Cesarino se apropriou da quantia de R$ 500,00 do salário do tesoureiro da Câmara Raurison Lima dos Santos, cujo montante era de R$ 1.500,00. Raurison recebeu somente R$ 1 mil, mas assinou recibo de R$ 1.500,00.

Antonio Cesarino afirmou que o valor de R$ 500,00 era para pagar o desconto do INSS, mas jamais comprovou que tal quantia tenha sido repassada à Previdência Social.

Redação: CCOM-MPMA

 

 

Carolina: Governo Erivelton recebe recursos para construção de Creche. Cadê a Creche?

#EM 03 DEZEMBRO DE 2019 foi só a ultima vez que GOVERNO ERIVELTON T. NEVES RECEBEU  R$ 92.145,60 PARA PROGRAMA PROINFÂNCIA – CONSTRUÇÃO DE CRECHES.

A administração municipal de Carolina por meio do sr. Secretário de Educação, José Ésio Oliveira da Silva,  de inicio aditiva contrato com a empresa responsável pela construção de uma Creche – CONTRATADA: MÁXIMO CONSTRUÇÕES PROJETOS E INCORPORAÇÃO EIRELI-ME, CNPJ/MF nº 22.791.070/0001-48. OBJETO: Primeiro Termo Aditivo tem por objeto a alteração do prazo de vigência do contrato original celebrado em 05 de julho de 2016, entra as partes acima qualificadas, relativo à contratação de empresa especializada para execução de obra de construção de uma creche Pró Infância tipo 1 na sede de Carolina/MA. PRAZO DEVIGÊNCIA: 300 (trezentos) dias, contado a partir da data da assinatura. Carolina/MA, 02 de maio de 2017.

Em  07 de agosto de 2018 –  anula contrato com a empresa responsável pela construção da Creche na Rua São José no bairro Nova Carolina, no município de Carolina-MA – EMPRESA MÁXIMO CONSTRUÇÕES PROJETOS E INCORPORAÇÃO EIRELI – ME.

Em 07 de agosto de 2018. Em 26 de março de 2019  CONTRATADA: SOLUÇÕES ENGENHARIA E SERVIÇOS LTDA-ME, inscrita no CNPJ Nº 14.471.054/0001-02. OBJETO: Conclusão de Construção da Creche Pró Infância Tipo I, na Rua São José no bairro Nova Carolina, no município de Carolina-MA. VALOR R$ 1.274.624,82 (um milhão duzentos e setenta e quatro mil seiscentos e vinte e quatro reais e oitenta e dois centavos).

contrato emrpesa

 

Após receber recursos e começar a obra, criando expectativa na população e acusando ex gestores, decide ANULAR Contrato Administrativo nº 004/2019 – DC/PMC. Processo Administrativo nº 077/2018-PMC, celebrado com a empresa Soluções Engenharia e Serviços LTDA, pessoa jurídica de direito privado, inscrito no CNPJ nº 15.471.054/0001- 02, estabelecida na Rua Amazonas, nº 441, sala 101, centro – Imperatriz – MA, em 30 de maio de 2019.

Hoje, aceclas usam problemas passados em repasses e construção de outra creche para criar factóides politicos e atacar pessoas, esquecendo eles que incorrem no mesmo erro.

recebem recursos federais para obras públicas, não concluem e se utilizam de ataques a outras pessoas para camuflar seus próprios erros.

A população que se lixe para o descaso com o dinheiro público> ficando apenas com a necessidade da Creche concluída.

Os documentos comprobatórios do descaso, omissão da atual gestão municipal encontra-se disponivel para Download.

 

valro creche 2019

 

 

creche repasse 01

 

EXTRATO  DO PRIMEIRO TERMO ADITIVO DO CONTRATO CRECHE Nº0507-2016-SME_PMC – Diário Oficial dos Municípios do Estado do Maranhão

Conclusão de Construção da CrechE

ésio licita creche soluções

recisão maximos construções CRECHE

ANULAÇÃO CONTRATO ESIO SOLUÇÕES