Anvisa proíbe venda de Doutorzinho, sebo de carneiro e gel de arnica

Por falta de autorização para o  funcionamento, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, distribuição, divulgação, comercialização e uso do Gel Suavizante de Arnica 100g; gel para dores em geral Tarja Preta; Sebo de Carneiro Extra; e Doutorzinho 250g. Esses produtos são fabricados pela Cristóvão Silvestre dos Santos, também conhecida por seu nome fantasia, Cri Cosméticos. A empresa tem sede em Arapiraca, no Alagoas.

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A proibição foi publicada em uma resolução no Diário Oficial da União (DOU), da última quinta-feira (26). Assinada pela gerente-geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária, Mariângela Torchia do Nascimento, a proibição é válida para todo o território nacional. Sendo assim, as unidades desses produtos ainda disponíveis nos pontos de vendas devem ser apreendidas. Populares no Brasil, todos eles são utilizados para aliviar dores, sendo o Doutorzinho indicado para dores musculares e cansaço, o sebo de carneiro para alívio das sensações de fadiga corporal com massagem e o gel de arnica para câimbras, cólica menstrual e renal, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares, reumáticas, torções, hérnias, sinusite, picadas de insetos, estrias e celulite.

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Morre o Jurista Hélio Bicudo aos 96 anos em SP.

#IDEALIZADOR DO IMPEACHMENT DE DILMA ROUSSEF

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O jurista e político Hélio Bicudo, de 96 anos, morreu na manhã desta terça-feira (31) em sua casa, nos Jardins, em São Paulo. Os locais do velório e do enterro ainda não foram divulgado.

Fundador do PT, O advogado estava com a saúde frágil desde 2010, quando sofreu um AVC, segundo a Folha de São Paulo. O quadro piorou com a morte de sua mulher Déa Pereira Wilken Bicudo, em março deste ano, após 71 anos de casamento.

Imperatriz: Homem morre esfaqueado pelo irmão


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Robson Lima da Silva recebeu uma facada nas costas desferida pelo próprio irmão, durante uma briga. (Foto: divulgação)

 

Uma briga entre dois irmãos terminou em tragédia. Robson Lima da Silva recebeu uma facada nas costas desferida pelo próprio irmão Daniel Lima da Silva. Robson ainda chegou a ser socorrido e levado para o Hospital Municipal de Imperatriz (HMI), o Socorrão, mas morreu na manhã de domingo. O caso aconteceu na Vila Multirão, periferia de Imperatriz.

O irmão foi preso logo em seguida e ainda no domingo passou pela Audiência de Custódia, na qual teve a prisão em flagrante convertida em preventiva. Ele foi encaminhado para a Unidade Prisional de Ressocialização de Imperatriz (UPRI), antiga CCPJ, onde ficará à disposição da Justiça.

Vivemos em tempos de guerra entre os jovens

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Imagem redes sociais

Circula nas redes sociais, videos e fotos de um jovem caído ao chão, sangrando muito com um corte profundo no pescoço.

Segundo relatos de quem filma, o jovem foi atraído para uma “casinha”(emboscada) durante evento na praia de Filadélfia-TO na noite de ontem.

Não conseguimos ainda a confirmação dos fatos pelas autoridades da cidade, mas continuamos buscando-as.

Pelas redes sociais, informam que o jovem é chamado de “KIKO” e seria da cidade de Filadélfia.

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O pau comeu! Policia evita roubo a agência dos Correios em Santa Helena-MA

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Bandidos, ainda não identificados, chegaram no local anunciaram o assalto e ao sair da agência foram  surpreendidos pelos policiais, que haviam sido informados da ação. Ao retornarem para a agência, os criminosos fizeram a gerente de refém.

O Grupo de Operações Especiais de Pinheiro (GOE) e a Força Tática do 10º BPM estavam acompanhando a ação. Depois de  um longo tempo de negociação os bandidos se entregaram à polícia e ninguém saiu ferido.

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Brasil: Preso agora terá emprego por cotas

“#ATENÇÃO DESEMPREGADOS, ASSIM COMO EU. O GOVERNO ABRE UMA CHANCE (após algumas etapas) PARA QUE NÓS POSSAMOS VOLTAR AO TRABALHO.”

Decreto cria cotas para presidiários e ex-detentos em contratos de serviços à União

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Decreto assinado pela presidente em exercício, Cármen Lúcia, define que empresas com contratos acima de R$ 330 mil têm que oferecer entre 3% a 6% das vagas a presos.

A presidente da República em exercício, Cármen Lúcia, assinou decreto para determinar que empresas contratadas pelo governo federal para prestação de serviços ofereçam cotas para presidiários e ex-presidiários sempre que os contratos ultrapassarem R$ 330 mil. Segundo o governo, a medida visa a estimular a ressocialização de apenados.

O decreto presidencial, de acordo com o governo, torna “obrigatória” a contratação de presos e ex-presidiários por parte das empresas que vencerem licitações para serviços com a administração pública federal direta e também com autarquias e fundações. Entre os serviços que poderão passar a ser executados por detentos e ex-presidiários estão, por exemplo, atividades de consultoria, limpeza, vigilância e alimentação.

A assessoria da Presidência informou que o decreto será publicado na edição desta quarta (25) do “Diário Oficial da União”.

Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carmen Lúcia está interinamente no comando do Palácio do Planalto em razão de viagens ao exterior do presidente Michel Temer e dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE).

O decreto assinado pela presidente em exercício institui a “Política Nacional de Trabalho no âmbito do Sistema Prisional”, apresentada nesta terça em uma entrevista coletiva concedida pelos ministros Raul Jungmann (Segurança Pública) e Gustavo Rocha (Direitos Humanos).

“Nos editais de licitação já haverá a previsão para contratação desses presos e, preenchidos os critérios do edital, será obrigatório que essas empresas absorvam essa mão de obra de forma a permitir uma maior ressocialização desse apenado ou desse egresso”, explicou Rocha.

A medida se aplica a presos provisórios, presos dos regimes fechado, semiaberto ou aberto, ou egressos do sistema prisional. Conforme o decreto, as empresas terão de destinar um percentual de vagas para presos e ex-presidiários em cada contratos firmados com o governo federal.

  • 3% das vagas para contratos que exijam contratação de 200 ou menos funcionários;
  • 4% das vagas para contratos que exijam contratação de 201 a 500 funcionários;
  • 5% das vagas para contratos que exijam contratação de 501 a 1 mil funcionários;
  • 6% das vagas para contratos que exijam a contratação de mais de 1 mil funcionários

Autorização judicial

O ministro de Direitos Humanos afirmou na entrevista que caberá ao juiz responsável pela execução da pena dos presos analisar se o detento tem condições de atuar na prestação de serviços para a administração pública federal.

No caso de presidiários do regime fechado, o detento contratado deverá ter cumprimento, no mínimo, um sexto da pena, ter autorização do juiz da vara de execuções penais e ainda terá que comprovar “aptidão, disciplina e responsabilidade”.

Gustavo Rocha afirmou ainda que, caso não haja presídios ou ex-presidiários em determinada região onde o contrato com a União é executado, a empresa que ganha a licitação não precisará cumprir o percentual mínimo de vagas.

“É possível que em determinados locais não haja presídios ou egressos do sistema prisional. Em razão de uma impossibilidade de contratação, essa regra pode ser excepcionada”, ponderou o ministro.

Ressocialização

Jungmann disse que a oferta de emprego para presos e ex-presidiários é fundamental para criar uma “possibilidade real” de ressocialização e para combater o “recrutamento” de facções nos presídios.

O ministro da Segurança Pública lembrou que o Brasil tem 726 mil presos, em um sistema prisional dominado por cerca de 70 facções. Jungmann informou que, do total de apenados no Brasil, 12% trabalham e 15% estão em atividades educacionais.

“Se nós não implementarmos e não levarmos e ampliarmos um programa como esse, as facções criminosas estarão sempre criando a dependência, seja dos presos seja dos egressos. Essa política tem uma função fundamental”, defendeu Jungmann.

 

Imperatriz: Se passava de policial civil. Caiu

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Alex Rodrigues Ferreira, 29 anos. / Foto: Divulgação/3º BPM.

IMPERATRIZ – Na madrugada deste domingo (29), a Polícia Militar prendeu Alex Rodrigues Ferreira, 29 anos, acusado de portar arma de fogo e se passar por policial.

Segundo informações do 3º Batalhão de Polícia Militar, a guarnição fazia rondas no grande Santa Rita, quando recebeu a informações de que havia um indivíduo em um quiosque, na rua Godofredo Vina com Bom Jesus no Centro de Imperatriz, o qual costumava se apresentar como policial civil e andava armado.

Chegando ao local a guarnição conduziu Alex Rodrigues e fez o procedimento de abordagem e revista. O homem apresentou alguns documentos de identificação, sendo que um deles era de policial civil. Após averiguar a documentação, a polícia identificou inconsistências de informação. Na delegacia, Alex Rodrigues Ferreira confessou não ser policial civil e afirmou que, na verdade, trabalhava com vendas de carro. Com o homem a polícia apreendeu uma pistola 938 Cal. 380 e 14 munições de calibre .380.

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Material apreendido. / Foto: Divulgação/3º BPM.