Carolina_MA: Boca de lobo sem tampa causa acidente

Prof. Marcos Guida e Pr. Lindomar sofreram acidente ao transitarem pela rua 02 ko bairro cohab na noite de quarta (30), por volta de 21 hrs.

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O Gol de propriedade do pastor Lindomar perdeu a roda ao passar sobre uma boca de lobo aberta e por “sorte”, parou a centímetros do muro da escola do bairro após rodar na pista e bater no meio fio. Além do grande susto e do grande prejuízo material, os dois estão bem.

A forte batida chamou a atenção dos moradores pelo forte barulho do impacto e reclamaram do descaso que o bairro tem sofrido. Ruas no escuro, suja e cheia de ondulações nos bloqueios.

A Polícia Militar esteve no local tomando as devidas providências que o caso requeria e deu as devidas orientações ao proprietário do veículo.

Fica o alerta ⚠ à Prefeitura Municipal de Carolina para que tomem as providencias cabiveis para solucionar o problema da tampa da boca de lobo afim de evitar uma tragédia no local.

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Após o acidente improvisamos uma sinalização

Planalto anuncia saída de George Hilton do Ministério do Esporte

Hilton chegou a se desfiliar do PRB e se filiar ao PROS para ficar no cargo.
Atual secretário de Alto Rendimento assumirá ministério de forma interina.

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A Secretaria de Comunicação Social da Presidência divulgou nota nesta quarta-feira (30) para informar que o ministro do Esporte, George Hilton, deixará o cargo. Em seu lugar, de acordo com a nota, assumirá de forma interina o atual secretário do Esporte de Alto rendimento da pasta, Ricardo Leyser, filiado ao PCdoB.

Hilton estava no cargo desde janeiro do ano passado, quando a presidente Dilma Rousseff tomou posse para o segundo mandato. Segundo a Secom, ele deixou o posto no primeiro escalão do governo a pedido.

o último dia 18, Hilton, até então filiado ao PRB, decidiu deixar o partido e se filiar ao PROS. Ele trocou de partido motivado pela decisão do PRB de romper com o governo da presidente Dilma.

Na ocasião em que anunciou sua filiação ao PROS, através de uma nota divulgada à imprensa, George Hilton afirmou que continuaria no cargo por entender que pessoas com atuação pública devem se empenhar para “desfazer conflitos, evitar injustiças e trabalhar com afinco pela normalidade democrática e pela solidez das instituições nacionais”.

“Entendo que tal missão, nesses dias sombrios, implica em apoiar o governo da presidenta Dilma Rousseff, eleito pela maioria do povo brasileiro numa disputa limpa e regular”, disse Hilton na nota divulgada há cerca de duas semanas.

Segundo o novo decreto de programação orçamentária, o Ministério da Educação perdeu R$ 4,27 bilhões

Educação é área mais afetada por novo corte no Orçamento

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O Ministério da Educação e o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) foram as áreas mais afetadas pelo corte adicional de R$ 21,2 bilhões anunciado na semana passada pelo governo.

O Diário Oficial da União publicou hoje (30), em edição extraordinária, o detalhamento do novo contingenciamento (bloqueio de verbas) por órgão público.

Segundo o novo decreto de programação orçamentária, o Ministério da Educação perdeu R$ 4,27 bilhões. O limite de despesas discricionárias (não obrigatórias) foi reduzido de R$ 34,43 bilhões para R$ 30,16 bilhões. Em fevereiro, a pasta tinha sofrido contingenciamento de R$ 2,216 bilhões.

Em segundo lugar estão as despesas do PAC, que tiveram corte de R$ 3,21 bilhões, passando de R$ 26,49 bilhões para R$ 23,28 bilhões. Em fevereiro, os gastos com as obras do programa haviam sido reduzidos em R$ 4,23 bilhões

Completam a lista dos cortes os ministérios da Defesa, que teve o limite de gastos não obrigatórios reduzido em R$ 2,83 bilhões, da Saúde (R$ 2,37 bilhões), de Minas e Energia (2,15 bilhões), da Ciência e Tecnologia (R$ 1 bilhão), do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (R$ 852 milhões) e da Fazenda (R$ 847 milhões).

Anunciado no último dia 22, o contingenciamento adicional foi necessário para fazer o governo cumprir a meta de superávit primário – economia para pagar os juros da dívida pública – de R$ 24 bilhões para o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) estipulada no Orçamento deste ano. Somado ao corte de R$ 23,4 bilhões anunciados em fevereiro, o bloqueio total de verbas chega a R$ 44,6 bilhões.

Por causa da dificuldade em cumprir a meta fiscal mesmo com os novos cortes, o governo enviou na segunda-feira (28) ao Congresso projeto para alterar a Lei de Diretrizes Orçamentárias e permitir um déficit primário de R$ 96,7 bilhões em 2016.

O resultado negativo poderá chegar a R$ 102,7 bilhões com a renegociação da dívida dos estados e do Distrito Federal com a União.

Governo Dilma tem aprovação de 10% e desaprovação de 69%, diz Ibope

Pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 17 e 20, em 142 municípios.
Segundo levantamento, pedido pela CNI, 19% veem governo como ‘regular’

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Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (30) mostra os seguintes percentuais de avaliação do governo da presidente Dilma Rousseff (PT):

– Ótimo/bom: 10%
– Regular: 19%
– Ruim/péssimo: 69%
– Não sabe: 1%

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 17 e 20 deste mês e ouviu 2.002 pessoas, em 142 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos.

Segundo a CNI, a soma dos percentuais não iguala 100% em decorrência do arredondamento.

Na última pesquisa do Ibope encomendada pela CNI, divulgada em dezembro do ano passado, 9% dos entrevistados aprovavam o governo (consideravam “ótimo” ou “bom”); 70% consideravam a gestão Dilma “ruim” ou “péssima”; e 20%, “regular”.

O nível de confiança da pesquisa, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%.

‘Maneira de governar’
A pesquisa divulgada nesta quarta também avaliou a opinião dos entrevistados sobre “a maneira de governar” da presidente: 14% aprovam; 82% desaprovam; e 3% não souberam ou não responderam.

Além disso, 18% disseram confiar na presidente, enquanto 80% afirmaram não confiar, e 2% não souberam ou não responderam. Por G1

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