# CHUPA CABRA: POLICIA MILITAR DE CAROLINA PRENDE SUSPEITOS DE USAREM EM AGENCIA BANCÁRIA

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No dia 30/12/2014, a Polícia Militar De Carolina, 2ªCompanhia de Policiamento de Carolina/4º BPM, conduziu a Delegacia a de Pólica Civil de Carolina, Valdir Amaro Oliveira, Mario Atila Sousa Texeira e Israel Alves Martins por fundadas suspeitas de tentarem praticar furto em instituição bancária conhecido como “chupa- cabra”, com os mesmos foram aprendidos vários objetos característicos da prática como: notebook, carregadores portáteis de bateria de celulares, baterias avulsas, chave de fenda, alicate entre outros objetos.

O equipamento é capaz de copiar informações dos cartões dos clientes dos bancos. Um outro equipamento também foi encontrado para retirar envelopes depositados no caixa eletrônico.

A polícia não informou se os bandidos já haviam tido êxito em operação semelhante com o Chupa Cabra instalado

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Foto: Policia Militar de Carolina

# ROSEANA SARNEY embarca para Flórida- EUA após afundar a barca maranhense

020489841-EX00Segundo informações do Blog do Luis Pablo, a ex governadora deixou o Brasil e segue para Flórida- EUA.

A ex-governadora Roseana Sarney (PMDB) acabou de deixar o Estado do Maranhão. OBlog do Luis Pablo foi informado de que a ex-chefe do Poder Executivo embarcou, há pouco, do Aeroporto Marechal Cunha Machado, em São Luís.

Roseana segue para o Estado de Flórida, nos Estados Unidos. Como está num jatinho executivo, ela deverá chegar à noite em solo americano.

A peemedebista vai passar a virada de ano com a família nos EUA, onde ficará uma temporada de três meses. A ex-governadora vai descansar durante o ano de 2015 e dedicar o período à família.

Política

Apesar de ter dito que não disputará mais nenhum mandato eletivo, Roseana Sarney falou que não deixará o campo político e garantiu que voltará a fazer política, após retornar da sua viagem.

#Roseana: empecilho ao desenvolvimento

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Por José Reinaldo Tavares

Se analisarmos friamente os anos em que a oligarquia dominou o Maranhão, veremos com facilidade que o período de piores resultados consiste nos anos em que Roseana Sarney foi governadora. Foi tão ruim que os técnicos da Secretaria de Planejamento (IMESC) já agora na sua última gestão, chamaram o seu período anterior que terminou no início de abril de 2002 de “década perdida”. O secretário de planejamento nesse período era Gastão Vieira, um dos seus mais chegados amigos. Mas a realidade se impôs…

De fato, se alguém se der ao trabalho de verificar os números do período, vai dar razão a Gastão. Esse governo dela sucedeu ao de Edison Lobão e os dois produziram números de arrepiar. Foi nessa época que os indicadores sociais caminharam aceleradamente para trás. Principalmente na parte que corresponde ao governo dela, diga-se de passagem.

Cito algumas marcas desses governos: por falta de emprego e de oportunidade de trabalho, um milhão de maranhenses, a grande maioria era de homens, deixaram suas casas e suas famílias para tentar a sorte em outros estados. Um imenso prejuízo para o Maranhão, pois esses retirantes eram jovens e formavam uma força de trabalho formidável. O resultado disso é que a grande maioria nunca mais voltou. Uns acabaram levando suas famílias, outros formaram as suas onde se estabeleceram.

Assombroso é constatar que durante esse intervalo de tempo não faltou apoio do governo federal, pois o senador José Sarney desfrutava de imenso poder no país. Como explicar então?

Arrisco um palpite: nesse governo, Roseana extinguira a Secretaria de Agricultura e todos os órgãos vinculados. Acabou também com o DER, e não havia Secretaria de Meio Ambiente, de Indústria e Comércio, tampouco de Ciência e Tecnologia. A produção no campo caiu vertiginosamente e a pobreza aumentou rapidamente. O rebanho bovino caiu à metade e a aftosa sem controle. Enquanto isso o governo do estado, inerte, nada fazia para combatê-la. O gado não podia ser vendido fora do Maranhão e os rebanhos perderam valor.

Acima de tudo, um fato vergonhoso marcou sua passagem como chefe do executivo estadual: quando de lá saiu, não havia ensino médio em 75 por cento dos municípios do Maranhão. Sem ensino e sem produção, a população mais fragilizada do estado estava sendo condenada a uma vida de permanente pobreza.

Quando denunciamos isso, foi uma consternação total, pois a propaganda oficial jamais havia mostrado essa realidade inacreditável. Roseana, claro, tinha uma boa avaliação totalmente embasada em uma propaganda que a mostrava cantando e dançando em um estado que era vendido como estando em uma fase de grande desenvolvimento.

Mas o rei estava nu, já que na grande maioria das casas maranhenses não havia banheiro, nem água, muito menos esgoto canalizado e recolhimento do lixo. Sem assistência técnica, ou melhor, sem assistência de nenhuma espécie, a pobreza dominou o estado e fincou os pés com firmeza em nosso território. A terra do presidente Sarney era a mais pobre do país, com a menor renda per capita, o menor IDH, a menor escolaridade média do país e a menor expectativa de vida da população brasileira. O estado era dependente das transferências federais e estávamos quebrados! Arrecadávamos 68 milhões de reais e sofríamos um desconto mensal de 50 milhões por mês só em dívidas passadas. Um absurdo!

Foi um período desastroso para o maranhense.

Quando assumi o governo, recriei a Secretaria de Agricultura, a assistência técnica e extensão rural e promovi o combate a aftosa. Com isso, a produção do campo subiu vertiginosamente, assim com o rebanho voltou a crescer, suplantando os números anteriores do número de bovinos. Implantei ensino médio em todos os municípios do estado e a escolaridade média voltou a crescer. Com outras medidas tomadas, a renda foi multiplicada por quatro, o PIB dobrou, o estado se equilibrou financeiramente e a arrecadação subiu rápido para 280 milhões por mês. Os indicadores todos melhoraram muito e o Maranhão cresceu mais que o Brasil em todos os anos da minha gestão. Programas para colocar água e esgoto nas casas foram criados e o estado melhorou todos os indicadores sociais.

Isso continuou no governo de Jackson Lago. Parecia que o passado iria finalmente ficar para trás. Mas o poderoso Sarney não se conformava vendo sua filha derrotada e fora do governo. O ódio e o desejo de vingança levaram a um “golpe de estado jurídico”, como bem classificou o advogado de Jackson, ex-ministro Francisco Resek. Dessa forma, Sarney conseguiu o que nenhuma lei previa: a derrotada Roseana virou governadora e o governador legítimo foi cassado.

O Maranhão, que vinha bem e se recuperando, viu tudo se transformar. Avançar no dinheiro público foi a tônica dali para frente. Colégios foram fechados e a qualidade do ensino piorou. Os indicadores provindos do Enem, Pisa e Ideb mostraram que o Maranhão voltou a ser o último em português e matemática. Voltou a ter uma grande quantidade de escolas municipais e estaduais entre as 10 piores do país. Alunos que concluíam o ensino fundamental em sua grande maioria não conseguiam interpretar um texto.

A pobreza aumentou e hoje estamos empatados com o Piauí no último lugar como piores em renda per capita do país. Quanto ao saneamento básico, 55 por cento das casas não têm água e só 17 por cento têm banheiro. Esgotamento sanitário nem se fala…

A saúde se move a escândalos, enquanto o povo não tem acesso a ela e é obrigado a se deslocar em todos os tipos de veículos para São Luís e Teresina. A violência ultrapassou todos os parâmetros aceitáveis e os assassinatos viraram rotina. São Luís hoje tem o terrível título de quinta cidade mais violenta do Brasil. O presídio de Pedrinhas virou emblema do governo de Roseana. Um emblema medonho!

Hoje, mais da metade da população maranhense passa fome e o desrespeito à lei grassa desafiadoramente entre os que ainda estão no governo. E o que eles dizem? Que tudo está bem e o Maranhão se desenvolve mais que todas as outras unidades federativas.

Agora vejam que até o sisudo jornal New York Times mostra para o mundo o que a família Sarney fez do Maranhão, consolidando o fato de que não somos exemplo ruim apenas para o Brasil. A conclusão a que chegam é o nosso melhor augúrio: vaticinam que a saída de Sarney da política pode mudar o Brasil para melhor.

Fato é que estão indo embora certamente para não mais voltar ao comando do estado. Mas como se não bastasse tudo o que já fizeram, com maior desfaçatez tentam criar todos os tipos de obstáculos para o novo governador, mesmo às vésperas dele assumir o comando do Maranhão.

Mas acabou. Que nunca mais voltem a mandar no Maranhão!

Daqui a dois dias uma nova página da nossa história começa a ser escrita, renovando as esperanças dos maranhenses. Avante!

Um excelente 2015 a todos!

#Sai EDITAL concurso PROFESSORES IFMA

 Instituto Federal do Maranhão divulgou oedital de abertura de concurso público para provimento de 203 vagas de professores efetivos da carreira do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico (EBTT).

O prazo de inscrições terá início às 10 horas do dia 12 de janeiro de 2015 e vai até às 23h59 do dia 25 de janeiro, no site da Fundação Sousândrade (FSADU). A taxa de inscrição, no valor de R$ 110,00 (cento e dez reais), deve ser paga até o dia 26 de janeiro. Os candidatos que desejam pleitear a isenção do pagamento têm até o dia 16 de janeiro para fazer a solicitação, também no site da FSADU.

O regime de trabalho será de 20h semanais ou 40h semanais em regime de Dedicação Exclusiva (DE). Os professores serão regidos pela Lei nº 8.112/1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis Federais) e pela Lei nº 12.772/2012, que regulamenta a carreira docente na Administração Pública Federal.

O concurso traz a reserva de um percentual mínimo de 5% das vagas para pessoas com deficiência e de 20% para candidatos negros, conforme determina a Lei nº 12.990, de 9 de junho de 2014.

Além do vencimento básico, o servidor terá direito à retribuição por titulação (Aperfeiçoamento, Especialização, Mestrado e Doutorado), podendo chegar ao valor de R$ 8.049,77. Há também outras vantagens, como auxílio-alimentação (R$ 373), auxílio pré-escolar (R$ 89 para cada dependente de até 6 anos) e auxílio-saúde.

Avaliação

A seleção será composta por prova objetiva, prova dissertativa, prova de desempenho didático e prova de títulos, aplicadas no campus para qual o candidato se inscreveu. As duas primeiras serão aplicadas no dia 08 de março. Já a prova didática e a entrega dos documentos referentes à prova de títulos serão no período de 25 de abril a 07 de maio.

Distribuição de vagas 

Há vagas para os campi: Açailândia, Alcântara, Bacabal, Barra do Corda, Barreirinhas, Buriticupu, Caxias, Codó, Coelho Neto, Grajaú, Imperatriz, Pedreiras, Pinheiro, Santa Inês, São João dos Patos, São Luis/Centro Histórico, São Luis/Monte Castelo, São Luis/Monte Castelo– Núcleo Avançado Bacabeira, São Luis/Monte Castelo – Núcleo Avançado Santa Rita, São Raimundo das Mangabeiras e Zé Doca.

Áreas do Concurso

Administração
Arte
Arte/Artes visuais
Biologia
Ciências Agrárias/Agricultura
Ciências Agrárias/Engenharia agrícola
Ciências Agrárias/Zootecnia
Construção Civil
Contabilidade
Design
Direito
Economia
Educação
Educação Física
Engenharia Ambiental
Engenharia Civil/Estrutura
Engenharia de Pesca
Engenharia de Petróleo e Gás/Geologia e engenharia de poço
Engenharia de Petróleo e Gás/Processo de produção e economia do petróleo
Engenharia Elétrica/Automação e controle
Engenharia Elétrica/Eletrônica
Engenharia Elétrica/Eletrotécnica
Engenharia Mecânica/Materiais e processos de fabricação
Eng. Mecânica/Mecânica das máquinas e transferência de calor e massa
Filosofia
Física
Geografia
Gestão/Marketing
História
Informática
Letras/Português/Língua Espanhola
Letras/Português/Língua Inglesa
Letras/Espanhol
Letras/Inglês
Letras/Português
Libras
Matemática
Química
Segurança do Trabalho
Sociologia
Tecnologia de Alimentos

IFMA

Era Sarney deixa Estado com dívida interna de R$ 2,76 bilhões, destaca Valor Econômico

Por Adriana Mattos, valor econômico.2014-12-30-12-26-16

Após quase meio século de governo da família Sarney no Maranhão, uma das mais tradicionais forças políticas do país entrega para a oposição um Estado com despesas primárias crescendo num ritmo muito mais acelerado do que as receitas. E os gastos com pessoal, em relação à receita corrente líquida — apesar de distante do limite máximo permitido — atingiu patamar mais elevado do que o verificado em 2011, 2012 e em parte de 2013.

Para o ano de 2015, o orçamento discutido e já aprovado em dezembro chegou a tratar de cortes em gastos para diminuir pressões sobre as contas. Em novembro, na mesma semana em que o novo governador eleito Flávio Dino (PCdoB) indicava Marcellus Ribeiro Alves para comandar a secretaria da Fazenda do Maranhão, eram discutidos, por exemplo, cortes do orçamento do Judiciário, que pulou de R$ 850 milhões em 2014 para previsão de R$ 1,6 bilhão em 2015.

O Orçamento total do Maranhão para o próximo ano, já aprovado dias atrás, é de R$ 15,8 bilhões, 12% acima do verificado em 2014, em valor nominal. Ao se descontar a inflação projetada pelo boletim Focus (IPCA), do Banco Central, de 6,4%, a alta real fica na faixa inferior a 6%. “Não adianta sonhar muito alto se não tem recurso. Números não falham”, disse em novembro, para a imprensa local, o presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo (PMDB).

Dados atualizados do Relatório Resumido da Execução Orçamentária, até o mês de outubro, mostram que o Maranhão chega perto do fim de 2014 com um resultado primário (diferença entre receitas primárias totais e despesas primárias totais) em R$ 808,7 milhões de janeiro a outubro, um valor (nominal) 37% inferior ao R$ 1,29 bilhão no mesmo intervalo de 2013.

Isso ocorreu porque as despesas primárias totais (de R$ 9,4 bilhões) subiram 21,4% até outubro, numa velocidade superior às receitas primárias totais (de R$ 10,2 bilhões), que aumentaram 13%. Esta elevação das despesas ocorreu, em grande parte, porque as chamadas “outras despesas correntes” subiram 20% no ano, para quase R$ 3,8 bilhões.

Nesse grupo estão itens como pagamento de serviços prestados por pessoa física sem vínculo empregatício ou por pessoa jurídica “independente da forma contratual”. Ainda inclui “despesas não classificáveis nos demais grupos de natureza de despesa”.

Ainda dentro do item de despesas primárias, o volume de investimentos cresceu de forma substancial, de R$ 327,7 milhões de janeiro a outubro de 2013 para R$ 957,5 milhões no mesmo período de 2014, alta de quase 200%. O relatório de execução orçamentária não detalha razões para a expansão. Não há dados anunciados de investimentos do novo governo para 2015.

Em relação aos gastos com pessoal, e o comprometimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), dados do Relatório de Gestão Fiscal (RGF) mostram que a porcentagem de despesa total com pessoal sobre a receita corrente líquida estava em 39,57% em agosto de 2014, segundo o relatório do segundo quadrimestre de 2014.

Ao fim de 2013, era de 39,25%, já chegou a bater em 36,88% no último quadrimestre de 2012 e atingiu 34,89% no fim de 2011. Ou seja, os patamares atuais estão mais elevados do que em anos anteriores. No entanto, aparecem dentro dos limites permitidos pela LRF.

O limite máximo aceito é de 49% e o limite prudencial, de 46,55% — portanto, o Maranhão registra taxas abaixo do determinado em lei.

Questionada a respeito dos números registrados em 2014, assim como se há um projeto de retenção de gastos em 2015, frente ao ambiente fiscal mais difícil no ano que vem, a secretaria de comunicação do Maranhão não respondeu aos pedidos de entrevista.

“Mesmo em uma conjuntura desfavorável, meu governo manteve um quadro fiscal em que todas as metas e percentuais exigidos foram rigorosamente cumpridos”, escreveu a atual governadora Roseana Sarney, em mensagem encaminhada à Assembleia Legislativa, em que faz um balanço de seu último ano de governo.

O novo governador do Estado não tem mencionado a possibilidade de um ajuste mais pesado na área de gastos com pessoal. Mas já ressaltou, ao definir sua equipe na área da Fazenda, que pretende financiar suas propostas apresentadas durante a disputa eleitoral por meio do crescimento da arrecadação tributária, sem aumento dos impostos. Sem tributar mais a população, a receita só cresce pela expansão econômica — e não há sinais claros de recuperação da economia no horizonte de curto prazo.

Dados do governo do Maranhão mostram que o ICMS — o principal imposto em termos de receita tributária dos Estados, e que se expande em períodos de aceleração do PIB — vem decrescendo.

A receita com ICMS somou R$ 3,27 bilhões até outubro, alta de 7,3% sobre mesmo período do ano anterior, portanto, ganho real (descontado IPCA), de cerca de 1%.

O novo governador anunciou ainda em outubro a criação da Secretaria de Transparência e Controle do Governo do Estado, a ser comandada pelo advogado Rodrigo Lago, com equipe criada num remanejamento interno de cargos.

Dólar

Estado com empréstimos em dólar, o Maranhão somava dívida externa de R$ 1,52 bilhão em agosto de 2014, valor que representava 32,8% da dívida consolidada do governo no acumulado de janeiro a agosto.

De janeiro a abril, o percentual era um pouco maior — a dívida externa equivalia a 34,8% da soma total.

Para efeito de comparação, a dívida interna do Estado é, em valor, muito superior à externa — a interna somava R$ 2,76 bilhões em agosto de 2014, versus R$ 2,55 bilhões em abril de 2014.

http://www.valor.com.br/politica/3839170/era-sarney-chega-ao-fim-no-maranhao-com-despesa-maior-que-receita

#MODA E AFINS: CAROLINA-MA entre as cinco cidades mais quentes do Brasil

O asfalto parece até derreter, o ar-condicionado não dá conta de refrescar nada e, à noite fica quase impossível dormir. As altas temperaturas nos dão a sensação de que não existe lugar mais quente do que a nossa própria cidade, mas a verdade é que o termômetro em algumas localidades do Brasil atinge marcas ainda mais elevadas. Conheça cinco das cidades mais quentes do país. E veja as imagens.

Palmas, Tocantins

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A diferença de temperatura entre julho, o mês mais frio, e setembro, o mais quente, é de apenas 3ºC, ou seja, baixíssima amplitude térmica anual. Estamos falando de Palmas, capital de Tocantins, quente o ano inteiro, com temperaturas que atingem os 39ºC facilmente e até ultrapassam, sem falar da sensação térmica que é ainda mais alta. Os ventos em Palmas são fracos e as chuvas caem em um período bem específico: de outubro a abril.

Corumbá, Mato Grosso do Sul

Corumbá, Mato Grosso do Sul

Corumbá é um município no Mato Grosso do Sul, à margem do Rio Paraguai, e é apelidado de Capital do Pantanal, por ser a maior cidade da região pantaneira. Suas ondas de calor atingem picos de 39ºC e 40ºC e as chuvas só aparecem a partir de dezembro.

Teresina, PI

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Capital do Piauí, Teresina registra temperaturas que alcançam 39ºC, mas os ventos que sopram pela cidade amenizam a sensação de calor. As chuvas em Teresina ocorrem de janeiro até maio e no restante do ano o ar é seco e abafado.

Cuiabá, Mato Grosso

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A capital mato-grossense sempre foi famosa por suas altas temperaturas e a explicação está na sua posição geográfica, fincada entre vales, a 120 metros do nível do mar. A média de temperatura nos meses sem chuva é de 37ºC.

Carolina, Maranhão

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O calor é forte durante todo ano’. Esse é o resumo do clima de Carolina, que encontramos no site de turismo do Maranhão. Fizemos o teste e acessamos o portal de um serviço de previsão do tempo. Resultado: temperatura chegando aos 35ºC. Sempre existe quem ame ou deteste o calor. Mas depois de uma experiência em uma cidade como as que apresentamos, há quem repense sua opinião. Os cenários naturais, entretanto, são uma atração à parte em climas de calor severo e visitá-los certamente vale o nosso suor. Na foto, cachoeira do Itapecuru, Carolina, MA.

Fonte:http://www.modaeafins.com.br/saiba-quais-sao-as-cinco-cidades-mais-quentes-do-brasil/