#Maranhão 2014: A derrota eleitoral e a despedida de Sarney

Sarneys

José Ribamar Ferreira de Araújo Costa, o ex-presidente da República e hoje senador pelo Amapá José Sarney, é homem temente a Deus. Como todo domingo, o de 5 de outubro passado amanhecia com sua coluna semanal estampada no jornal O Estado do Maranhão, de propriedade do político desde 1973. Nela, citando a defesa da democracia feita por Abraham Lincoln – “Governo do povo, para o povo e pelo povo” –,ele elaborava a figura de um Pôncio Pilatos contemporâneo, bombardeado por informações da rede virtual.

“Com o avanço das comunicações em tempo real, é mais fácil você ser enganado e não saber onde está a verdade, porque são tantas as verdades que se publicam sobre pessoas e fatos que a própria verdade desaparece. Calculem se Pilatos tivesse naquele tempo blogueiros, sites, Facebook, WhatsApp e essa parafernália toda, o que ele não teria dito sobre a verdade, quando, duvidando da palavra de Deus, perguntava: ‘O que é a verdade?’”, escreveu Sarney, empregando cinco vezes o termo “verdade” em apenas duas frases. Sobre o processo eleitoral deste ano no Maranhão, pontificava: “Mentiu-se sem recato.” Ele, porém, perdoava os mentirosos. “Cristo disse aos homens: ‘Perdoai
seus inimigos.’” E, como se já tivesse ciência da derrota iminente, Sarney finalizava: “É a democracia que sofre esses desvios, mas é um processo de aprendizagem.”
Naquele domingo do primeiro turno das eleições, o grupo político comandado pelo mais longevo político brasileiro foi fragorosamente derrotado nas urnas, após cinco décadas de hegemonia no estado do Maranhão, quebrada apenas no curto período de 2007 a 2009, quando Jackson Lago, do PDT, foi governador. Cassado sob a acusação de abuso do poder econômico e político, Lago entregou o palácio de volta ao
clã, depositando-o nos braços de Roseana Sarney, a primogênita do ex-presidente que
havia ficado em segundo lugar no pleito.

No mês que antecedeu o desfecho eleitoral, Sarney, aos 84 anos, encarnou como nunca a personalidade de oligarca todo-poderoso que lhe imputam os adversários. Em meados de setembro, num comício do candidato a governador Edison Lobão Filho, do PMDB, que ele apoiou, assumiu-se dono do Maranhão: “Quase tudo que tem na nossa terra, que eles dizem e que falam mal, foi feito e passou pelas minhas mãos. Até mesmo esses inimigos meus. Todos passaram pelas minhas mãos. Não tem um que não tivesse me bajulado. Não tem um que não tivesse quase… se eu pedisse, eles iam lamber meus pés.” Na internet – a mesma que embasbaca o Pilatos moderno de Sarney –, há fotos e vídeos desse comício em São Luís que comprovam o baixíssimo comparecimento dos ludovicenses, como são chamados os moradores da capital.
O velho Sarney, que naquele dia lutou para controlar longos engasgos durante a fala – “Isso não é velhice, é vontade de falar mais alto” –, mantém o mesmo timbre e entonação do jovem deputado federal de 35 anos eleito governador e filmado por Glauber Rocha no documentário de curta-metragem Maranhão 66.

À época, Sarney havia ajudado a articular a “Bossa Nova” da UDN, ala “modernizadora” que dera suporte a Jânio Quadros na Presidência. Poucos dias antes do golpe de 1964, ele defendeu a democracia em discurso na Câmara. Mas não custou a se adaptar aos novos donos do poder. Em 1965, nas últimas eleições diretas para governador antes de um jejum que se estenderia até 1982, com o apoio do marechal Castello Branco disputou o governo maranhense, prometendo acabar com a pobreza e banir a oligarquia de Vitorino Freire, soberana havia quase três décadas. Logo depois, com a instauração do bipartidarismo, migrou para a Arena, a legenda de sustentação do regime. O jovem Glauber o filmou na posse, ovacionado pelo povo.
José Sarney, que adotou o prenome do pai – Sarney de Araújo Costa – como sobrenome na campanha de 1965, já não seduz multidões. Em junho último, anunciou que não concorreria mais a nenhum cargo eletivo. Seu atual mandato termina em 31 de janeiro de 2015. É o quinto no Senado e o terceiro pelo Amapá – ele disputou a eleição de 1990 no estado recém-criado, devido a divergências com correligionários maranhenses e à baixíssima popularidade depois que deixou a Presidência. Sarney negou que o repúdio do eleitorado tenha pesado em sua decisão, a qual atribuiu à idade e à necessidade de cuidar da mulher, Marly, já que ambos estão “bastante idosos”. Ele não quis receber a piauí para esta reportagem.
Maria Izabel Lopes da Silva, zeladora do único posto de saúde da Vila Sarney, bairro da periferia de São Luís, aparenta muito mais que seus 65 anos. Os cabelos são grisalhos, e a pele morena do rosto exibe sulcos profundos esculpidos pelo sol. Ela vive há 44 anos no bairro de 4 mil pessoas – é uma das moradoras mais antigas. Sentada na varanda da casa de uma amiga, contou sua história enquanto esfregava os pés nos chinelos gastos e enroscava as mãos para aplacar a tensão de ser entrevistada.
“Isso aqui foi uma invasão. Era só roça, só mato, casa era de palha. Quando vim para cá tinha Tonho Márcio, Tatiana e a Mari”, disse, enumerando a prole. “Depois que cheguei tive Kelly e Daniela. Não tinha casa, não. A gente morava com o que a gente arranjava. Tinha uma casinha alugada por 7 cruzeiros.”
A Vila Sarney fica a quase 20 quilômetros do Centro de São Luís. Ali, veem-se crianças de fralda brincando descalças nas ruas de terra, esgoto a céu aberto, panelas em fogões improvisados de tijolo, ainda algumas casinhas de palha de babaçu, terrenos repletos de lixo, jumentos esquálidos, pôsteres dos dois candidatos ao governo estadual  neste ano, Lobão Filho e Flávio Dino, do PCdoB, e adultos pobres e ressabiados diante de forasteiros.
Era como se Glauber tivesse passado por ali instantes antes. Em 1966, consagrado depois de dirigir Deus e o Diabo na Terra do Sol, ele foi contratado para filmar a cerimônia de posse do governo de estado. Em Maranhão 66, ouve-se a voz de Sarney discursando, enquanto a câmera percorre celas de uma delegacia, um sanatório de tuberculosos vomitando sangue (havia epidemia na época), doentes com malária e outras cenas da pobreza extrema no Maranhão. Três planos dessa filmagem foram utilizados no clássico Terra em Transe, de 1967.
A expectativa de vida média no estado era então de 29 anos. Sessenta por cento das crianças de 7 a 14 anos estavam fora da escola e 25% da população era vítima da malária. Embora em anos recentes o Maranhão tenha acompanhado a tendência de redução da miséria no Brasil e no Nordeste, ainda é um dos estados mais pobres do país. De acordo com dados do IBGE, a renda mensal do trabalhador maranhense é de 807 reais, pouco mais da metade da média nacional, de 1 527 reais; 18,5% da população com mais de 15 anos é analfabeta (a média nacional é 8,3%), e apenas 13,2% das casas estão ligadas à rede de esgoto (no país, o percentual é 64,3%).
“Botaram esse nome aqui porque Sarney era governador. Nome ruim, né?”, disse dona Izabel, buscando minha cumplicidade. Vila Roseana Sarney, Vila Edison Lobão, Vila Sarney Filho, Vila Cafeteira são algumas das várias regiões da periferia de São Luís. Líderes comunitários explicaram que, originalmente, bairros nascidos de invasões foram assim batizados numa estratégia dos moradores para se proteger do despejo. Os sem-teto imaginavam que os homenageados, geralmente políticos no poder, ficariam constrangidos de enviar a polícia para retirar as pessoas do local, diante da possibilidade de manchetes como “Governadora manda tirar sem-teto da Vila Roseana Sarney”.
Dona Izabel nasceu em Porto Rico, no interior do estado, e foi para a capital na década de 60. Não tinha título de eleitor quando Sarney se elegeu governador, mas disse que votou nele anos mais tarde. “Votei para presidente”, contou. Mas equivocou-se: ele nunca concorreu ao cargo mais alto da República. No final da ditadura, Sarney desembarcou da base governista para ser candidato a vice da chapa da oposição que disputaria a eleição indireta no Congresso. Acabou assumindo o Planalto em março de 1985 graças à morte inesperada de Tancredo Neves.
“Ele fez muitas obras. O que eu vi de Sarney, o que eu me lembro, assim, não foi serviço ruim, não, foi serviço bom”, descreveu Izabel. A conversa foi em 13 de agosto, dia em que morreu Eduardo Campos, o presidenciável do PSB. Comovida com a tragédia, ela contou que já estava decidida a votar nele, mas, diante da perda, iria de Marina Silva. A escolha para governador ainda não estava amadurecida.
Naquele dia, uma mulher – cujo nome dona Izabel não soube dizer – tinha aparecido no posto de saúde afirmando que todos os empregos estariam ameaçados se Flávio Dino vencesse. Perguntei se ela havia acreditado nisso, e ela desconversou. Contou que uma amiga precisava terminar de construir sua casa e a eleição vinha a calhar: era o momento ideal para pedir ajuda a algum político, negociando o voto por um punhado de tijolos. Em seguida, falou sobre os problemas do posto de saúde. “Só tem uma médica, não tem geladeira para vacinas, não tem geladeira na cozinha”; sobre as “crianças jogadas na rua” porque faltam creches no bairro; sobre “a venda de drogas que está geral”. Encerrei a conversa sem ter alguma pista do candidato de dona Izabel.

Leia a Integra da matéria da REVISTA PIAUI

https://zemaribeiro.files.wordpress.com/2014/11/maranhc3a3o-2014.pdf

#Em encontro com prefeitos, Dino promete firmar parceria com os 217 municípios

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O governador eleito Flávio Dino afirmou que adotará um novo caminho para a gestão do Estado durante encontro com prefeitos e prefeitas de municípios maranhenses, com diálogo, parcerias e transparência.

Na ocasião, ele também apresentou todos a equipe de governo que atuará a partir de 1º de janeiro, entre secretários, presidentes e diretores de órgãos da administração estadual.

Defendendo uma postura de tratamento igualitário e transparente, Flávio Dino afirmou que governará olhando para o futuro e pensando na melhoria da qualidade de vida da população do estado.

“Não importa o ontem, não importa em quem o prefeito ou a prefeita votou ou apoiou. Não vamos discriminar município pela posição política do prefeito. Nós separamos a política da ação administrativa. Vocês não estarão sozinhos, prefeito será autoridade no nosso governo”, afirmou Dino.

Ainda em discurso, o governador eleito afirmou que espera uma parceria baseada na verdade, transparência e lealdade com as lideranças políticas dos municípios e conclamou a todos para o trabalho pelo desenvolvimento do estado.

CONTINUIDADE DE OBRAS

Sobre a continuidade de obras em andamento, Flávio Dino afirmou que priorizará as ações em desenvolvimento nos municípios do estado. A próxima gestão ainda não tem conhecimento da totalidade das obras. As informações ainda não foram repassadas pela equipe de transição da atual gestão estadual.

por Marrapa.com

#TJMA suspende prazos processuais na primeira instância durante greve

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A Portaria nº 95/2014, do TJMA,disciplina a suspensão dos prazos (Foto: Ribamar Pinheiro)

A presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargadora Cleonice Freire, determinou a suspensão dos prazos processuais no âmbito da 1ª instância da Justiça, exceto nos processos que tramitam no sistema de processo judicial eletrônico (PJe), a contar do início da greve dos servidores da Justiça estadual, em 13 de novembro, até o final do movimento.

A Portaria (nº 95/2014), que disciplina a suspensão dos prazos, assegura que as audiências já agendadas serão realizadas normalmente.

No documento, a presidente do TJMA considerou a continuidade da greve que tem prejudicado o bom andamento dos serviços judiciários e o requerimento da seccional maranhense da OAB, pela suspensão dos prazos processuais.

Fonte: jornalpequeno

#Flavio Dino em entrevista no OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA

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Durante entrevista ao programa Observatório da Imprensa – TV Brasil nesta terça-feira (25), o governador eleito do Maranhão, Flávio Dino, falou sobre as ações que deve adotar a partir de 1º de janeiro para democratizar a comunicação no estado. Entre os pontos abordados, o reforço à formação da rede pública, o incentivo às rádios comunitárias e a ampliação do acesso à banda larga nas cidades maranhenses.

“Vamos estabelecer padrões, desenvolver uma boa rede pública, envolvendo não só estatal, mas rádios comunitárias também. E a internet, que está ao alcance de todos. Precisamos facilitar o acesso ao cidadão à banda larga, pois ela cria um contraste, um novo espaço público”, avaliou Flávio Dino.

A universalização da internet é uma das metas de governo de Flávio Dino. Além disso, durante a campanha, ele destacou também o apoio às rádios comunitárias, jornais regionais e blogs noticiosos como forma de garantir a universalização do direito à comunicação no Maranhão. No Observatório da Imprensa, ele reforçou o discurso e criticou a concessão de veículos midiáticos para fins políticos.

Flávio Dino relembrou que durante o período em que José Sarney foi presidente da República muitas outorgas foram concedidas, caracterizando o início do coronelismo midiático. “A saída é cumprir a Constituição. Político, mandatário, deputado, senador, não podem ser donos de rádio e TV”, afirmou, enquanto avaliou o enfrentamento às redes de TV do Maranhão durante o período eleitoral. “Utilizamos a internet, apesar da exclusão digital no Maranhão ser a maior do Brasil, e o horário gratuito, por isso as alianças políticas foram essenciais para nos dar tempo para resistir às barbaridades”, completou Dino.

Investir no social
Flávio Dino abordou ainda como pretende reverter os índices econômicos e sociais do estado. Ele voltou a contrapor as riquezas que o Maranhão possui com o desenvolvimento e qualidade de vida da população. Para melhorar o IDH, Flávio Dino acredita que um dos caminhos é mudar a política no estado para melhorar a vida das pessoas.

Sobre a aliança com nove partidos – e o apoio da militância petista no período eleitoral – que se mantém na montagem da equipe de governo, Flávio Dino destacou a importância de parcerias para desenvolver o estado. “Mantemos esse arranjo unido porque o desafio é muito grande. Para ter jeito, precisamos manter essa unidade, contar com a solidariedade do Brasil. Redimir a situação social do Maranhão é uma tarefa nacional”, afirmou após destacar que todo o primeiro escalão da próxima administração já foi montado.

Mudança de governo
Ao ser questionado sobre as prioridades de Flávio Dino para o governo, ele ressaltou o rompimento com o patrimonialismo como uma das primeiras medidas e separar o que é público do que é privado. “A primeira grande mudança é a Proclamação a República, é dizermos que os recursos públicos serão aplicados na prestação de serviços e obras públicas para o alcance da população. Nem eu e nem minha família vamos ser concorrentes das empresas existentes no mercado”, acrescentou. Com isso, pretende-se estimular e atrair empresários maranhenses e dos demais que querem investir no estado.

Questionado sobre o que faria se o Estado possuísse apenas um milhão de reais para investimento em ações, o governador eleito apontou que a segurança teria atenção especial por conta da situação de Pedrinhas, que fez com que o Maranhão se tornasse uma referência negativa Brasil afora. Em primeiro lugar, como reflexo do compromisso da nova gestão com o povo, o recurso seria aplicado integralmente em serviços públicos. “Vamos desmontar a rede que articula o tráfico de drogas, os homicídios, os crimes violentos que crescem em uma dimensão exponencial no Maranhão. Vamos pegar esse hipotético um milhão e não vamos gastar com festa, lagosta e caviar, vamos aplicar em segurança”, contabilizou.

Fonte: FlavioDino65.com

Entrevista completa:

Flávio Dino concede entrevista ao Observatório da Imprensa

“Vamos buscar ressarcimento em obras mal acabadas”, avisa Flávio Dino

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Em postagem nas redes sociais, o governador eleito do Maranhão mandou recado a empresários e construtoras contratadas pelo atual governo para executar obras de infraestrutura.

“Um alerta às empresas contratadas pelo governo: vamos buscar ressarcimento em casos de obras mal executadas, por pressa ou outras razões. Quem trabalha corretamente será respeitado. Quem for cúmplice ou agente de malfeitos pode ter certeza de que a lei será cumprida”, avisou.

Flávio Dino (PCdoB) talvez se refira ao andamento de obras como a Avenida do Quarto Centenário ou a 2ª etapa da Via Expressa, executadas às pressas para serem inauguradas antes do final do mandato de Roseana Sarney (PMDB).

Um outro caso é o do Espigão Costeiro, elaborado para valorizar os arredores dos quatro luxuosos apartamentos adquiridos pela família Sarney no Edifício Murano, na Ponta da Areia. Com pouco mais de quinze dias de inaugurada, a obra de quase R$ 35 milhões apresenta falhas estruturais e já está comprometida pelo acúmulo de areia.

Sem falar nos milhares de quilômetros de estradas que derreteram nas primeiras chuvas, executada a toque de caixa por empreiteiras ligadas ao clã, na tentativa frustrada de viabilizar a candidatura de Luís Fernando Silva a governador do estado.

O recado está dado.

fonte: Marrapa.com

#Flávio Dino convoca prefeitos para uma reunião no Hotel Luzeiros

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O governador eleito do Maranhão, Flávio Dino, convocou todos os prefeitos para uma grande reunião no Hotel Luzeiros, em São Luís.

Os gestores foram comunicados, por meio de mensagem, pela Federação dos Municípios do Estado do Maranhão (Famem), para participarem do encontro, que será na próxima quinta-feira, dia 27, às 9h da manhã.

Flávio Dino vai dialogar com os gestores sobre as medidas que o seu governo fará a partir de janeiro para ajudar os municípios, através de parceria institucional com os executivos municipais.

* PAI DO PREFEITO FICHA SUJA E DONO DE CARTÓRIO DE CAROLINA SÃO EXONERADOS DO ESTADO

Roseana desmonta cabide na Saúde e exonera 169 “servidores” no interior.

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                           Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS – 3  QUEM DIRIA!!!!!

Das duas, uma: Ou ninguém trabalha mesmo e não farão a menor falta; ou Roseana resolveu deixar a população do interior do Estado entregue à própria sorte.

Mas também quem mandou querer se livrar da peste…

Roseana Sarney continua com o desmonte da sua máquina política e de apadrinhamento mantida pelo governo do Estado.

Depois das exonerações na Casa Civil, onde predominaram sobrenomes famosos no colunismo social, agora chegou a vez da Saúde, onde o destaque são os afilhados políticos.

Nesta a situação é mais grave por tratar-se de uma secretaria  envolvida diretamente com a vida.

A transfusão de dinheiro público da Saúde para o bolso de quem não faz nada vai muito mais além da imoralidade revelada na Casa Civil.

No último Diário Oficial disponível na internet do dia 5 de novembro foram publicadas 169 exonerações das regionais de saúde de Barreirinhas, Tutóia, Cururupu, Governador Nunes Freira, Estreito, Colinas, Santo Antônio dos Lopes, Lago da Pedra, Rosário, Itapecuru-Mirim, Chapadinha, Codó, Pinheiro, Viana, Timon, Santa Inês, Zé Doca, Açailândia, Imperatriz,  Balsas, São João dos Patos, Presidente Dutra, Pedreiras, Barra do Corda, Bacabal e Caxias.

A grande maioria dos exonerados ocupavam cargos de Assessor Técnico.

Mas há regionais que perderam gestores de unidade de saúde e até mesmo todo o seu  o núcleo de vigilância epidemiológica e controle de doenças.

Para enganar e esconder da população  Os Marajás de Carolina eram lotados na cidade de ESTREITO -MA.

VEJA A LISTA

BARREIRINHAS

NATHALIA DE NAZARÉ RABELO COSTA – Gestor de Unidade de Saúde da Região de Barreirinhas – DGA

EMANOEL MOURA LUZ MONTEIRO – Coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças, da Região de Barreirinhas – DAS-1

MARCO AURÉLIO SOUSA CARNEIRO –  Chefe do Setor de Controle Vetorial e Vigilância Epidemiológica, da Região de Barreirinhas -DAS-1

MARIA DO SOCORRO VALE MENDES –  Chefe do Setor de Educação em Saúde, da região de Barreirnhas – DAS-1

WENDEL MELO ARAÚJO LIMA –  Chefe do Setor de Vigilância Epidemiológica e Sistema de Informação, da Região de Barreirinhas – DAS-1

JÚLIA RAQUEL DE ARRUDA MORAIS – Diretor de Saúde , da Região de Barreirinhas -DAS-2

FLOR DE LIZ CALDAS VERDE DA CONCEIÇÃO -Assessor Técnico da Região de Barreirnhas – DAS-3

MEIRELANE APARECIDA LEAL SABÓIA – Assessor Técnico , da Região de Barreirinhas – DAS-3

VITAL SAMPAIO PEIXOTO – Assessor Técnico, da Região de Barreirinhas-DAS-3

TUTÓIA

CARLOS GUSTAVO RIBEIRO GUIMARÃES – Gestor de Unidade de Saúde da Região de Tutóia – DGA

ALEHANDRA BUENA LEAL BRANCO – Coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças da Região de Tutóia – DAS-1

MAVI LIMA MARINHO – Chefe do Setor de Controle Vetorial e Vigilância Epidemiológia da Região de Tutóia – DAS-1

BERNARDO JOSÉ DOS REIS SOUSA – Chefe do Setor de Educação em Saúde, da Região de Tutóia – DAS -1

THIAGO PONTES DA FONSECA – Chefe do Setor de Vigilância Epidemiológica e Sistema de Informação, da Região de Tutóia – DAS-1

BERNADO WAGNER ROCHA SILVA – Diretor de Saúde, da Região de Tutóia – DAS-2

MIGUEL CARDOSO DE CALDAS – Assessor Técnico, da Região de Tutóia – DAS-3

SERGIO BERNARDO ARCHER – Assessor Técnico da Região de Tutóia – DAS-3

FRANCISCO DE SOUSA ALMEIDA – Assessor Técnico daRegião de Tutóia – DAS-3

CURURUPU

CARLOS ALBERTO FRANCO – Gestor de Unidade de Saúde da Região de Cururupu – DGA

HÉLIO BRITO BRAGA – Coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças da Região de Cururupu – DAS-1

MÁRCIA HELENA COSTA ASSUNÇÃO – Chefe do Setor de Controle Vetorial e Vigilância Epidemiológica da Região de Cururupu – DAS-1

HENRIQUE LISTER ALMEIDA – Chefe do Setor de Educação em Saúde, da Região de Cururupu – DAS – 1

WOSTEVALDO GONÇALVES COSTA – Chefe do Setor de Vigilância Epidemiológica e Sistema de Informação da Região de Cururupu – DAS-1

MARIA DE JESUS RODRIGUES PAVÃO – Diretor de Saúde da Região de Cururupu -DAS-2

BENONILSON JOSÉ NASCIMENTO CASTRO – Assesor Técnico da Região de Cururupu -DAS-3

WAGNER RODRIGUES PINTO -Assessor Técnico da Região de Cururupu -DAS-3

WALBER LIMA PINTO – Assessor Técnico da Região de Cururupu- DAS-3

YONÉLIO SANTOS DE NAZARÉ – Assessor Técnico da Região de Cururupu – DAS-3

NILDA MARIA CARVALHO COSTA – Assessor Técnico da região de Cururupu – DAS-3

GOVERNADOR NUNES FREIRE

LIDIANA DE MELO ARAÚJO – Gestor de Unidade de Saúde da Região de Governador Nunes Freire – DGA

CONSOLAÇÃO MARIA GOMES FEITOSA ROLIM – Coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças, da região de Governador Nunes Freire -DAS-1

KENNISTON LOPES SILVA – Chefe do Setor de Controle Vetorial e Vigilância Epidemiológica da região de Nunes Freire – DAS-1

CIRLENE ALVES DE SOUSA – Chefe do Setor de Educação em Saúde da Região de Governador Nunes Freire – DAS-1

OSVANDO DA SILVA MARTINS – Chefe do Setor de Vigilância Epidemiológica e Sistema de Informação, da Região de Governador Nunes Freire – DAS-1

ADRIANA KAREN FALCÃO COSTA – Diretor de Saúde, da Região de Governador Nunes Freire – DAS-2

KLEIDSON PEREIRA EVANGELISTA – Assessor Técnico, da Região de Governador Nunes Freire – DAS-3

ESTREITO

ANTONIO PORTILHO FONSECA FILHO – Gestor de Unidade de Saúde, da Região de Estreito – DGA

FRHEDERICK AUGUSTO VIEIRA NOGUEIRA – Coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças, da Região de Estreito – DAS=1

NICODEMOS AURÉLIO MARINHO DO EGITO VILAR – Chefe do Setor de Controle Vetorial e Vigilância Epidemiológica, da Região de Estreito – DAS-1

MARIANGELA FACHINELLO – Chefe do Setor de Educação em Saúde, da Região de Estreito – DAS-1

ROSSANA PERES LEITE PASSOS – Chefe do Setor de Vigilância Epidemiológica e Sistema de Informação, da Região de Estreito – DAS-1

PATRÍCIA COUTINHO CAVALCANTE – Diretor de Saúde, da Região de Estreito – DAS-2

ITIBIRÉ BEMJAMIM BARBOSA JUCÁ – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS – 3

JOÃO ODOLFO MEDEIROS REGO – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

LUCILENE ALVES DOS SANTOS – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

MARIA FRANCISCA SOARES VIEIRA – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

JOSIMAR NOGUEIRA DA SILVA – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

WALLYSON CUTRIM COSTA – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

KEILA CARVALHO DE BRITO – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

ROSANGELA MARIA CAMPELO GONÇALVES – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

SAMARA SOARES DE AGUIAR – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

ILEAN BEZERRA DE SOUSA – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

POLLYANA CUTRIM COSTA – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

JOSÉ WILSON VILAR – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

LAUDIMIR BANDEIRA GONÇALVES – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS -3

LUANA KELLY DOS SANTOS – Assessor Técnico, da Região de Estreito – DAS-3

COLINAS

FRANCISCO EVERTON MACEDO COSTA – Gestor de Unidade de Saúde, da Região de Colinas – DGA

RÔMULO TADEU OLIVEIRA MENDES – Coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças, da Região de Colinas – DAS -1

MARIA GRACY FONSECA E SILVA PEREIRA – Chefe do Setor de Controle Vetorial e Vigilância Epidemiológica, da Região de Colinas – DAS-1

ADRYANA COELHO DE OLIVEIRA – Chefe do Setor de Educação em Saúde, da Região de Colinas – DAS- 1

MÁRCIA LUZIA BANDEIRA GUIMARÃES – Chefe do Setor de Vigilância Epidemiológica e Sistema de Informação, da Região de Colinas – DAS-1

EMANUEL FERNANDO ALVES DA SILVA – Assessor Técnico, da Região de Colinas – DAS-3

SANTO ANTÔNIO DOS LOPES

MARIA DO SOCORRO CEZÁRIO DE SOUZA – Gestor de Unidade de Saúde, da Região de Santo Antônio dos Lopes – DGA

FRANCISCO CARLOS CORREIA DA SILVA – Coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças, da Região de Santo Antonio dos Lopes – DAS-1

DELMIRO ALVES PEREIRA JUNIOR – Chefe do Setor de Educação em Saúde, da Região de Santo Antônio dos Lopes – DAS -1

GERSON FARIAS – Chefe do Setor de Vigilância Epidemiológica e Sistema de Informação, da Região de Santo Antônio dos Lopes – DAS-1

ROANSELLI MARLLON LIMA DOS SANTOS – Diretor de Saúde, da Região de Santo Antônio dos Lopes – DAS-2

SEVERINO DE SOUSA RAMOS – Assessor Técnico, da Região de Santo Antônio dos Lopes – DAS-3

LAGO DA PEDRA

PAULO CÉSAR FERRAZ DIAS – Gestor de Unidade de Saúde, da Região de Lago da Pedra – DGA

ARIEL ALMEIDA SOUZA – Coordenador do Núcleo de Vigilância Epidemiológica e Controle de Doenças, da Região de Lago da Pedra – DAS -1

JOSERINA MARIA LUNA PEREIRA – Chefe do Setor de Controle Vetorial e Vigilância Epidemiológica, da Região de Lago da Pedra – DAS-1

MELQUIADES LOPES DOS SANTOS – Chefe do Setor de Educação em Saúde, da Região de Lago da Pedra – DAS-1

GISELLE DIAS MOUSINHO GARCIA – Chefe do Setor de Vigilância Epidemiológica e Sistema de Informação, da Região de Lago da Pedra – DAS -1

OSMAN FONSECA DOS SANTOS – Diretor de Saúde, da Região de Lago da Pedra – DAS-2

ROSÁRIO

CREUSA DA SILVA BRAGA QUEIROZ – Assessor Técnico, da Região de Rosário – DAS-3

AURINO DIAS BARROS – Assessor Técnico, da Região de Rosário – DAS-3

DANIEL FRANÇA DOS SANTOS – Assessor Técnico, da Região de Rosário – DAS-3

JOSÉ NEVES GOMES – Assessor Técnico, da Região de Rosário – DAS-3

JOSÉ RIBAMAR LOPES DE SOUSA – Assessor Técnico, da Região de Rosário – DAS-3

RUBEMAR COIMBRA ALVES – Assessor Técnico, da Região de Rosário – DAS-3

JOSÉ CARLOS VIEIRA CASTRO – Assessor Técnico, da Região de Rosário – DAS-3

MARIA DA GRAÇA BOTENTUIT SERRA DE CASTRO – Assessor Técnico, da Região de Rosário – DAS-3

ITAPECURU-MIRIM

MANOEL MENDONÇA NICACIO – Assessor Técnico, da Região de Itapecuru-Mirim – DAS-3

CREUSA COSTA UCHOA VIANA – Assessor Técnico, da Região de Itapecuru-Mirim – DAS-3

ANTÔNIO DE SOUSA SILVA FILHO – Assessor Técnico, da Região de Itapecuru- Mirim – DAS-3

SERGIO MURILO SOUSA FRAZÃO – Assessor Técnico, da Região de Itapecuru-Mirim – DAS-3

MARLUCE EMILIA UCHÔA DINIZ – Assessor Técnico, da Região de Itapecuru-Mirim – DAS-3

JOSÉ BRAZ DA SILVA FILHO – Assessor Técnico, da Região de Itapecuru-Mirim -DAS-3

CHAPADINHA

FÁBIO ROBERTO AMORIM DE ARAÚJO – Assessor Técnico, da Região de Chapadinha – DAS-3

MARCIA REGINA SILVA CONCEIÇÃO –  Assessor Técnico, da Região de Chapadinha -DAS-3

VANESSA CRISTINA CIRQUEIRA CUNHA – Assessor Técnico, da Região de Chapadinha – DAS-3

CODÓ

MARIA CRISTINA CEPPAS ARCHER – Assessor Técnico, da Região de Codó – DAS-3

GEORGE RAFAEL COELHO ARAÚJO – Assessor Técnico, da Região de Codó – DAS-3

PINHEIRO

JOÃO BATISTA CANTANHEDE MARTINS – Assessor Técnico, da Região de Pinheiro – DAS-3

MARGARIDA MARIA GONÇALVES PEREIRA – Assessor Técnico, da Região de Pinheiro – DAS-3

DAYSE DE JESUS COSTA – Assessor Técnico, da Região de Pinheiro – DAS-3

VIANA

BRUNO MACIEL CUTRIM PENHA – Assessor Técnico, da Região de Viana – DAS-3

MARIA DE LOURDES LOPES DA COSTA VELOSO – Assessor Técnico, da Região de Viana – DAS-3

TIMON

ALDISTON DUARTE PINTO DE ARAUJO – Assessor Técnico, da Região de Timon – DAS-3

MARIA DE FÁTIMA PEREIRA DOS SANTOS – Assessor Técnico, da Região de Timon – DAS-3

MARIA DULCE DE OLIVEIRA BARROS – Assessor Técnico, da Região de Timon – DAS-3

SANTA INÊS

MARIA DE JESUS MARQUES MACHADO – Assessor Técnico, da Região de Santa Inês – DAS-3

JUSCELINO DA CRUZ FILGUEIRA JUNIOR – Assessor Técnico, da Região de Santa Inês -DAS-3

ALVINO RODRIGUES LEITÃO – Assessor Técnico, da Região de Santa Inês – DAS-3

DOMINGOS FERNANDES DOS REIS – Assessor Técnico, da Região de Santa inês – DAS-3

DEUSELIA LIRA DE SOUSA – Assessor Técnico, da Região de Santa Inês – DAS-3

ELISIARIO SOUSA OLIVEIRA – Assessor Técnico, da Região de Santa Inês – DAS 3

ZÉ DOCA

ANTONIO JOSÉ SILVA CONCEIÇÃO – Assessor Técnico, da Região de Zé Doca – DAS-3

ELIAS ARAÚJO – Assessor Técnico, da Região de Zé Doca – DAS-3

AÇAILÂNDIA

RAISSA AMARAL ABRAÃO SILVA – Assessor Técnico, da Região de Açailândia – DAS-3

THÁRCIO GONÇALVES OLIVEIRA – Assessor Técnico, da Região de Açailândia – DAS-3

FATIMA JANE CORREIA VASCONCELOS – Assessor Técnico, da Região de Açailândia – DAS-3

IMPERATRIZ

OZIEL MELO DE MATOS – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS – 3

DANIEL SILVA ALVES – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

LUIS ALBERTO TRABULSI LISBOA – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

MARIA LEIDE SOUSA BORGES – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

SANDRA ALVES DE SOUSA – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

SARA PALÁCIO DE LIMA BARROS – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

JOÃO MAURICIO MARTINS – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

CLÁUDIA REGINA SOUSA BARBOSA = Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

SEBASTIÃO CURTE MELO DUARTE JUNIOR – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

MIRIAN DE SOUSA ALMEIDA – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

ROBYERICKSON CUTRIM COSTA – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

ELIOFÁBIA JUCIELLY CUTRIM COSTA – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

KARLA GABRIELA RODRIGUES LOPES – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

LISANDRA TAVARES COSTA – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

PATRÍCIA MACIEL FERRAZ CASTILHO – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

JOÃO CRUZ CURY DADNETO SALOMÃO – Assessor Técnico, da Região de Imperatriz – DAS-3

BALSAS

RANIERI AVELINO SOARES – Assessor Técnico, da Região de Balsas – DAS-3

RAIMUNDO RUI BARBOSA ARRUDA – Assessor Técnico, da Região de Balsas – DAS-3

RENATO DE PAULA RIBEIRO – Assessor Técnico, da Região de Balsas – DAS-3

MARIA ECILEUSA SILVA DE SOUSA – Assessor Técnico, da Região de Balsas – DAS-3

LEONARDO BRINGEL VIEIRA =  Assessor Técnico, da Região de Balsas – DAS-3

ZIGOMAR COSTA AVELINO FILHO – Assessor Técnico, da Região de Balsas – DAS-3

SÃO JOÃO DOS PATOS

JOSÉ MÁRIO DUARTE SOUZA – Assessor Técnico, da Região de São João dos Patos – DAS-3

JUÇANNA MADEIRA DE SOUSA TORRES – Assessor Técnico, da Região de São João dos Patos – DAS-3

ANTONIO ELIZABETH GONÇALVES DE SOUSA – Assessor Técnico, da Região de São João dos Patos – DAS-3

MANOEL CARVALHO SOBRINHO – Assessor Técnico, da Região de São João dos Patos – DAS-3

FRANCISCO DE ASSIS RIBEIRO RESENDE – Assessor Técnico, da Região de São João dos Patos – DAS-3

MARIA ILANA ALVES ALMEIDA DE CARVALHO – Assessor Técnico, da Região de São João dos Patos – DAS-3

PRESIDENTE DUTRA

VERBENHA RODRIGUES GUIMARÃES BANDEIRA – Assessor Técnico, da Região de Presidente Dutra – DAS-3

RAIMUNDO MENDES FERREIRA – Assessor Técnico, da Região de Presidente Dutra – DAS-3

JEFFERSON SODRÉ CARVALHO – Assessor Técnico, da Região de Presidente Dutra – DAS-3

RAIMUNDO GOMES FERREIRA – Assessor Técnico, da Região de Presidente Dutra – DAS-3

JOSÉ RIBAMAR MENESES FILHO – Assessor Técnico, da Região de Presidente Dutra – DAS-3

PEDREIRAS

JUCILENE DE FREITAS SANTOS – Assessor Técnico, da Região de Pedreiras – DAS-3

JOÃO BATISTA SANTOS – Assessor Técnico, da Região de Pedreiras – DAS-3

MARIA ILMA DE MORAIS CLIMACO – Assessor Técnico, da Região de Pedreiras – DAS-3

LUIS CARLOS FERREIRA – Assessor Técnico, da Região de Pedreiras – DAS-3

HAROLDO EUVALDO BRITO LEDA JÚNIOR – Assessor Técnico, da Região de Pedreiras – DAS-3

HUGO CESAR SOUSA OLIVEIRA – Assessor Técnico, da Região de Pedreiras – DAS-3

RAIMUNDO NONATO TORRES DE SOUZA – Assessor Técnico, da Região de Pedreiras – DAS-3

MARIA MARTA DE SOUSA BATISTA – Assessor Técnico, da Região de Pedreiras – DAS-3

JOANA BASTOS HABIBE – Assessor Técnico, da Região de Pedreiras – DAS-3

HONORINA TEREZA PEREIRA ALMEIDA – Assessor Técnico, da Região de Pedreiras – DAS-3

BARRA DO CORDA

ELIZEU CHAVES DE FREITAS – Assessor Técnico, da Região de Barra do Corda – DAS-3

ROSILEIDE GOMES DA SILVA – Assessor Técnico, da Região de Barra do Corda – DAS-3

BACABAL

WALTER LIMA GOMES – Assessor Técnico, da Região de Bacabal – DAS-3

TERESINHA ALMEIDA DOS SANTOS SILVA – Assessor Técnico, da Região de Bacabal – DAS-3

TAYARA COSTA PEREIRA – Assessor Técnico, da Região de Bacabal – DAS-3

JESSICA MARIA GONÇALVES VIEIRA – Assessor Técnico, da Região de Bacabal – DAS-3

DAMIÃO FELIPE BARBOSA – Assessor Técnico, da Região de Bacabal – DAS-3

CESAR VIEIRA LINS DE OLIVEIRA LIMA – Assessor Técnico, da Região de Bacabal – DAS-3

KELLY JANE RIBEIRO JANSEN PEREIRA – Assessor Técnico, da Região de Bacabal – DAS-3

SAMARA APARECIDA FARIAS LOPES – Assessor Técnico, da Região de Bacabal – DAS-3

ITAMAR PAIXÃO DA SILVA – Assessor Técnico, da Região de Bacabal – DAS-3

CAXIAS

ELISA MARIA TORRES DA SILVA – Assessor Técnico, da Região de Caxias – DAS-3

ELEUSINA CARV ALHO DE OLIVEIRA FILHA – Assessor Técnico, da Região de Caxias – DAS-3

FERNANDO DE JESUS LIMA DE OLIVEIRA – Assessor Técnico, da Região de Caxias – DAS-3

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