OPERAÇÃO ACRÍDEO: Policiais prendem quadrilha especializada no Roubo à Carros Fortes e roubo a Bancos

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Através do compartilhamento de informações entre a Polícia Militar do Estado de Minas Gerias, Polícia Militar do Estado de Goiás, Polícia Federal (BA), Força Tarefa de Segurança Pública do Estado da Bahia e Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná, equipes do BOPE/PMMG, DINT/PMMG, 11° Companhia Independente de Policiamento Especializado e PM/2-PMGO, acabam de desarticular uma quadrilha especializada no Roubo à Carros Fortes, em roubos a Bancos, Mineradoras e Bases de Valores.
A quadrilha era liderada por Carlos Jardiel de Barros Dantas, Jardiel Cabeção, morto em confronto com a PMGO no mês de 05/2017, quando se preparava para executar um roubo a Carro Forte na região de Aragarças – GO. Após a morte de Jardiel Cabeção a liderança da quadrilha foi assumida por Jean Carlos de Barros Dantas, Bereberê, irmão de Jardiel. Já sob a liderança de Jean a quadrilha sofreu um duro golpe com a prisão de três de seus membros logo após um roubo a Carro Forte na cidade de Unaí – MG, além dos três presos foram apreendidos oito Fuzis, sendo um calibre .50.
Após essa operação a quadrilha se reestruturou e veio a agir novamente no dia 17/10/2017, na região de Grão Mogol, onde roubaram todo o dinheiro de um Carro Forte de uma empresa de transporte de Valores. Diante da movimentação e identificação dos membros da quadrilha, as equipes envolvidas na operação iniciaram varias diligências atrás desses agressores, que articulavam para o início da próxima semana uma nova investida a um Carro Forte na região de Montes Claros – MG.
Durante a operação dois dos agressores morreram em confronto com o BOPE/PMMG, e foram identificados como Jean Carlos de Barros Dantas, Bereberê e Aldenir Quirino de Sá, Galeguinho de Senhora, foragido da Justiça por roubo a banco, e foram presos Naelbe Bezerra, que portava documentos falsos, seu irmão Jeu Julio da Silva, que também portava documentos falsos e Yago Nunes de Souza.
Em poder da quadrilha foram apreendidos 5 Fuzis, sendo um calibre .50, duas Pistolas Cal 9mm, farta munição Cal .50, 7,62mm, 7,62 curto e 9 mm, aproximadamente 20kg de explosivos, veículos, uma chapa de aço que seria instalada no veículo a ser utilizado na ação, bem como outros equipamentos que seriam empregados no roubo.
As Forças de Segurança Pública envolvidas na Operação ACRÍDEO impuseram a Força do Estado na desarticulação dessa Organização Criminosa que por diversas vezes afrontou a sociedade e os poderes constituídos.
A quadrilha desarticulada por completo no dia de hoje é responsável por ações que vitimaram Policiais Militares no Estado da Bahia e no Estado do Ceará.

Juntos Somos Fortes!!!

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Assalto a caminhão na BR 135

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Assaltantes dominaram um motorista de um caminhão verdureiro na madrugada
deste domingo (17), no Km 19 da BR-135, em São Luís.
Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF-MA), os suspeitos, que estavam em duas motocicletas, levaram uma quantia em dinheiro e o aparelho de som do veículo do Estado de Goiás.

Agentes da PRF-MA não conseguiram prender os assaltantes.

Epa Lelê, vencemos de novo! 52,4% dos Maranhenses na pobreza

#É TÃO CONSTRANGEDOR E TÃO COMUM OUVIRMOS ISSO DO NOSSO MARANHÃO… QUE SÓ LEVANDO NA BRINCADEIRA PARA NÃO DESANIMAR MAIS… Não podemos viver de mentiras e propagandas de governo… A população precisa acordar!!!

 EU CONTINUO QUERENDO MORAR NA PROPAGANDA DO GOVERNO DO MARANHÃO

Bem-vindo-ao-Maranhao

Pobreza é maior no Nordeste

Quando se avalia os níveis de pobreza no país por estados e capitais, ganham destaque – sob o ponto de vista negativo – as Regiões Norte e Nordeste com os maiores valores sendo observados no Maranhão (52,4% da população), Amazonas (49,2%) e Alagoas (47,4%).

Em todos os casos, a pobreza tem maior incidência nos domicílios do interior do país do que nas capitais, o que está alinhado com a realidade global, onde 80% da pobreza se concentram em áreas rurais.

Ainda utilizando os parâmetros estabelecidos pelo Banco Mundial, chega-se à constatação de que, no mundo, 50% dos pobres têm até 18 anos, com a pobreza monetária atingindo mais fortemente crianças e jovens – 17,8 milhões de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos, ou 42 em cada 100 crianças.

Também há alta incidência em homens e mulheres pretas ou pardas, respectivamente, 33,3% e 34,3%, contra cerca de 15% para homens e mulheres brancas. Outro recorte relevante é dos arranjos domiciliares, no qual a pobreza – medida pela linha dos US$ 5,5 por dia – mostra forte presença entre mulheres sem cônjuge, com filhos até 14 anos (55,6%). O quadro é ainda mais expressivo nesse tipo de arranjo formado por mulheres pretas ou pardas (64%), o que indica, segundo o IBGE, o acúmulo de desvantagens para este grupo que merece atenção das políticas públicas.

 

IBGE: Brasil tem ¼ de sua população vivendo na linha de pobreza

 

Mais de 25 milhões de brasileiros, o equivalente a 25,4% da população, vivem na linha de pobreza e possuem renda familiar equivalente a R$ 387,07 – ou US$ 5,5 por dia, valor adotado pelo Banco Mundial para definir se uma pessoa é pobre.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (15), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 – SIS 2017. Ela indica, ainda, que o maior índice de pobreza se dá na Região Nordeste do país, onde 43,5% da população se enquadram nessa situação e, a menor, no Sul: 12,3%.

A situação é ainda mais grave se levadas em conta as estatísticas do IBGE envolvendo crianças de 0 a 14 anos de idade. No país, 42% das crianças nesta faixa etária se enquadram nestas condições e sobrevivem com apenas US$ 5,5 por dia.

A pesquisa de indicadores sociais revela uma realidade: o Brasil é um país profundamente desigual e a desigualdade gritante se dá em todos os níveis.

Seja por diferentes regiões do país, por gênero – as mulheres ganham, em geral, bem menos que os homens mesmo exercendo as mesmas funções -, por raça e cor: os trabalhadores pretos ou pardos respondem pelo maior número de desempregados, têm menor escolaridade, ganham menos, moram mal e começam a trabalhar bem mais cedo exatamente por ter menor nível de escolaridade.

Um país onde a renda per capita dos 20% que ganham mais, cerca de R$ 4,5 mil, chega a ser mais de 18 vezes que o rendimento médio dos que ganham menos e com menores rendimentos por pessoa – cerca de R$ 243.

No Brasil, em 2016, a renda total apropriada pelos 10% com mais rendimentos (R$ 6,551 mil) era 3,4 vezes maior que o total de renda apropriado pelos 40% (R$ 401) com menos rendimentos, embora a relação variasse dependendo do estado.

Entre as pessoas com os 10% menores rendimentos do país, a parcela da população de pretos ou pardos chega a 78,5%, contra 20,8% de brancos. No outro extremo, dos 10% com maiores rendimentos, pretos ou pardos respondiam por apenas 24,8%.

A maior diferença estava no Sudeste, onde os pretos ou pardos representavam 46,4% da população com rendimentos, mas sua participação entre os 10% com mais rendimentos era de 16,4%, uma diferença de 30 pontos percentuais.

Desigualdade acentuada

No que diz respeito à distribuição de renda no país, a Síntese dos Indicadores Sociais 2017 comprovou, mais uma vez, que o Brasil continua um país de alta desigualdade de renda, inclusive, quando comparado a outras nações da América Latina, região onde a desigualdade é mais acentuada.

Segundo o estudo, em 2017 as taxas de desocupação da população preta ou parda foram superiores às da população branca em todos os níveis de instrução. Na categoria ensino fundamental completo ou médio incompleto, por exemplo, a taxa de desocupação dos trabalhadores pretos ou pardos era de 18,1%, bem superior que o percentual dos brancos: 12,1%.

“A distribuição dos rendimentos médios por atividade mostra a heterogeneidade estrutural da economia brasileira. Embora tenha apresentado o segundo maior crescimento em termos reais nos cinco anos disponíveis (10,9%), os serviços domésticos registraram os rendimentos médios mais baixos em toda a série. Já a Administração Pública acusou o maior crescimento (14,1%) e os rendimentos médios mais elevados”, diz o IBGE.

O peso da escolaridade

Os dados do estudo indicam que, quanto menos escolaridade, mais cedo o jovem ingressa no mercado de trabalho. A pesquisa revela que 39,6% dos trabalhadores ingressaram no mercado de trabalho com até 14 anos.

Para os analistas, “a idade em que o trabalhador começou a trabalhar é um fator que está fortemente relacionado às características de sua inserção no mercado de trabalho, pois influencia tanto na sua trajetória educacional – já que a entrada precoce no mercado pode inibir a sua formação escolar – quanto na obtenção de rendimentos mais elevados”.

Ao mesmo tempo em que revela que 39,6% dos trabalhadores ingressaram no mercado com até 14 anos, o levantamento indica também que este percentual cresce para o grupo de trabalhadores que tinha somente até o ensino fundamental incompleto, chegando a atingir 62,1% do total, enquanto que, para os que têm nível superior completo, o percentual despenca para 19,6%.

Ainda sobre o trabalho precoce, o IBGE constata que, em 2016, a maior parte dos trabalhadores brasileiros (60,4%) começou a trabalhar com 15 anos ou mais de idade. Entre os trabalhadores com 60 anos ou mais houve elevada concentração entre aqueles que começaram a trabalhar com até 14 anos de idade (59%).

A análise por grupos de idade mostra a existência de uma transição em relação à idade que começou a trabalhar, com os trabalhadores mais velhos se inserindo mais cedo no mercado de trabalho, o que pode ser notado porque 17,5% dos trabalhadores com 60 anos ou mais de idade começaram a trabalhar com até nove anos de idade, proporção que foi de 2,9% entre os jovens de 16 a 29 anos.

O IBGE destaca que os trabalhadores de cor preta ou parda também se inserem mais cedo no mercado de trabalho, quando comparados com os brancos, “característica que ajuda a explicar sua maior participação em trabalhos informais”.

Já entre as mulheres foi maior a participação das que começaram a trabalhar com 15 anos ou mais de idade (67,5%) quando comparadas com a dos homens (55%). Para os técnicos do instituto, esta inserção mais tardia das mulheres no mercado de trabalho pode estar relacionada “tanto ao fato de elas terem maior escolaridade que os homens, quanto à maternidade e os encargos com os cuidados e afazeres domésticos”.

Cresce percentual dos que não trabalham nem estudam

O percentual de jovens que não trabalham nem estudam aumentou 3,1 pontos percentuais entre 2014 e 2016, passando de 22,7% para 25,8%. Dados da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 indicam que, no período, cresceu o percentual de jovens que só estudavam, mas diminuiu o de jovens que estudavam e estavam ocupados e também o de jovens que só estavam ocupados.

O fenômeno ocorreu em todas as regiões do Brasil. No Norte, o percentual de jovens nessa situação passou de 25,3% para 28,0%. No Nordeste, de 27,7% para 32,2%. No Sudeste, de 20,8% para 24,0%. No Sul, de 17,0% para 18,7% e no Centro-Oeste, de 19,8% para 22,2%.

Ele atingiu, sobretudo, os jovens com menor nível de instrução, os pretos ou pardos e as mulheres e com maior incidência entre jovens cujo nível de instrução mais elevado alcançado era o fundamental incompleto ou equivalente, que respondia por 38,3% do total.

Agência Brasil

Juiz libera ‘cura gay’ para paciente e garante aos psicólogos a ‘plena liberdade científica de pesquisa’

O texto da resolução proíbe os psicólogos de exercer qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas

Agência Brasil

 

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O juiz Waldemar Cláudio de Carvalho, da 14ª Vara Federal de Brasília, decidiu nesta sexta-feira, tornar definitiva a decisão liminar (provisória) que havia proferido em setembro deste ano, autorizando psicólogos a atenderem eventuais pacientes que busquem terapia para mudar sua orientação sexual. A decisão garante aos psicólogos a “plena liberdade científica de pesquisa” para realizar estudos sobre transtornos psicológicos e comportamentais ligados à orientação sexual.
A ação popular foi aberta por três psicólogos que alegaram estar sendo alvo de perseguição pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). Segundo eles, por meio de uma resolução editada em março 1999, o CFP estaria tentando perseguir psicólogos que ofereçam terapia de reorientação sexual.
O texto da resolução proíbe os psicólogos de exercer qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, bem como de colaborar com eventos ou serviços que proponham o tratamento e a cura da homossexualidade. A determinação, segundo o CFP, baseia-se no entendimento da Organização Mundial de Saúde (OMS) de que a homossexualidade não é uma doença, um distúrbio, nem uma perversão.
Para os autores da ação popular que questiona a resolução, a iniciativa do CFP impede os psicólogos de atender eventuais pacientes que procurem ajuda para tentar reverter sentimentos ou comportamentos que lhes provoquem desconforto ou transtornos devido à orientação sexual. Eles alegam que a norma deixa como única alternativa de tratamento obrigar os pacientes a aceitar uma homossexualidade indesejada.
O juiz concordou com os argumentos. Ele afirmou que sua decisão de reduzir o alcance da resolução do CFP serve para que os psicólogos possam “exercer sua profissão de forma mais livre e independente”.
A decisão não revoga a norma, mas determina ao CFP “que se abstenha de interpretar a Resolução nº 001/1999, de modo a impedir psicólogos, sempre e somente se forem a tanto solicitados, no exercício da profissão, de promoverem os debates acadêmicos, estudos (pesquisas) e atendimentos psicoterapêuticos que se fizerem necessários à plena investigação científica dos transtornos psicológicos e comportamentais associados à orientação sexual egodistônica”.
Ele reforçou, no entanto, que qualquer terapia de reorientação sexual deve ser aplicada somente a quem a procura de forma voluntária, não devendo ser objeto de propaganda ou de oferta fora dos consultórios. “É evidente que o atendimento psicoterapêutico a pessoas em conflito com sua própria orientação sexual deve ser realizado de forma reservada, sem propagação (qualquer forma de propaganda), conforme já consignado na liminar, respeitando sempre o sigilo profissional, a vontade do paciente e, sobretudo, a dignidade da pessoa assistida”, diz a decisão desta sexta-feira.
Apesar de restringir o alcance da resolução do CFP, o juiz Waldemar Cláudio de Carvalho determinou que os processos disciplinares que o órgão conduz sobre o assunto não sejam interrompidos, nem tampouco revertidas eventuais sanções já aplicadas.
Um recurso do CFP contra a decisão liminar de setembro ainda está pendente de julgamento no Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1). Procurado pela Agência Brasil, o órgão disse que seu departamento jurídico avalia entrar com um novo recurso contra a decisão definitiva da Justiça Federal de Brasília.

MPMA pede que Município regularize repasses de servidores ao INSS

Marca MPMA

 Falta de repasses previdenciários inviabilizou aposentadoria de dois professores

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) ajuizou, em 11 de dezembro, Ação Civil Pública de Obrigação de Fazer, solicitando que o Município de Cajapió seja obrigado, em caráter liminar, a regularizar os repasses das contribuições previdenciárias de dois professores da rede pública de ensino.

Em decorrência da falta dos repasses, Maria da Paz Teixeira Barros, 61, e José Diniz Silva, 70, estão impossibilitados de receber aposentadoria via Instituto Nacional de Seguro Social (INSS).

“Assim como os dois professores, no Município de Cajapió existem vários servidores com tempo de serviço suficiente para aposentadoria, mas o beneficio é negado por causa de tempo insuficiente das contribuições previdenciárias”, explica a titular da Promotoria de Justiça de São Vicente Férrer, Alessandra Darub Alves, que formulou o pedido, com base na Notícia de Fato nº 32/2017.

Cabe aos Municípios reter as contribuições previdenciárias patronais e dos servidores e repassá-las aos devidos institutos de previdência social. Entretanto, a falta de repasse destes valores é uma prática recorrente do Município de Cajapió, que é termo judiciário de São Vicente Férrer.

“Além de negar o direito a aposentadoria, os servidores perdem direito a licenças-maternidade, licenças para tratamento de saúde e outras”, enfatiza a representante do MPMA.

Redação: CCOM-MPMA

Ilegalidade: Governador Flávio Dino prejudica os maranhenses e autoriza realização das provas da PM em local fora do Maranhão, denuncia deputado Wellington

O deputado Wellington do Curso (PP) voltou a defender os direitos dos maranhenses que farão o concurso da Polícia Militar do Maranhão.

Em denúncia na manhã desta quinta-feira (14), o parlamentar revelou que o governador Flávio Dino, ao invés de ampliar os locais de prova para as demais cidades do Maranhão, permitiu que candidatos do Piauí realizem o certame fora do estado, em Teresina.

“Por que as provas não estão sendo realizada em Bacabal, Pedreiras, Santa Inês, Barra do Corda ou São João dos Patos? Isso é imoral e ilegal! O governador mais uma vez vai prejudicar os milhares de maranhenses dos 217 municípios. Enquanto os piauienses são beneficiados, os candidatos do Maranhão terão de se deslocar para São Luís, Caxias e Imperatriz para fazer as provas, tendo que custear suas despesas”, disparou.

Não é a primeira vez que o deputado vai à tribuna denunciar o descaso e desorganização no certame, que tem prejudicado os candidatos. Foi por indicação dele, de número 1216/2017, que houve a ampliação dos locais de realização das provas para outras duas cidades maranhenses.

“No Edital estão claros os locais de prova: São Luís, Caxias e Imperatriz. Quem estabeleceu Teresina como local de prova para o Concurso da PM do Maranhão? Quem autorizou? Que desrespeito é esse com candidato maranhense? Estamos diante de um ato ilícito gravíssimo”, denunciou Wellington.

O parlamentar afirmou que encaminhará o caso ao Ministério Público Estadual e à OAB/MA, para que se posicionem urgentemente diante da ilegalidade cometida pelo governador.