Ministro da Cultura acusa Roger Waters de fazer caixa dois. R$ 90 milhões

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O ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão foi ao Twitter acusar o cantor Roger Waters de receber milhões “para fazer campanha eleitoral disfarçada de show ao longo do 2º turno”.

Leitão disse ainda que as acusações de Waters contra Jair Bolsonaro em seus shows foram feitas “sem provas”.

Diante da repercussão de suas acusações, o ministro retornou à rede social  e garantiu que sua declaração anterior não era “fake news”. “Obrigado a você que chamou de fake news meu post sobre Roger Waters. Prova de incoerência.

Por muito menos, acusou Bolsonaro de caixa 2 e campanha ilegal. Sem provas. E o que eu disse é verdade: ele recebeu R$ 90 milhões por shows/entrevistas; e está em campanha contra Bolsonaro”.

Relógios de computador e celular se adiantam, mas horário de verão só começa dia 4

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É a segunda confusão em uma semana. Na segunda-feira (15), alguns aparelhos se adiantaram e acordaram seus donos uma hora mais cedo. O erro ocorreu de domingo para segunda (14 para 15) porque foi exatamente no dia 14 de outubro que o horário de verão começou no ano passado.

Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) afirmou que as operadoras não foram as responsáveis pela alteração do horário e que o caso ainda está sob investigação.

“O Sinditelebrasil informa que alguns smartphones tiveram os seus relógios adiantados, automaticamente, em uma hora nesta madrugada do dia 21. Esse ajuste não foi realizado pelas operadoras”, disse em nota.

O governo  manteve o adiantamento para o dia 4.

#Justiça obriga fiscalização, repressão e prevenção contra garimpos ilegais em área do povo Z’oé, no oeste do Pará

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Povo Z’oé, de recente contato, deve ser protegido dos garimpeiros. Foto: Mario Vilela/Funai

A Justiça Federal determinou, em sentença favorável ao Ministério Público Federal (MPF), que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis(Ibama), a Fundação Nacional do Índio (Funai), a União e o estado do Pará apresentem um plano para fiscalização, prevenção e repressão de garimpos ilegais dentro e no entorno da terra indígena Z’oé, no oeste do estado. O plano deve contemplar tanto a área demarcada quanto a chamada zona intangível (o entorno onde não pode haver nenhuma atividade econômica), e o prazo para apresentação à Justiça é de 90 dias, a contar da notificação da sentença.

Além da proteção à terra indígena, os entes públicos também foram condenados a pagar indenização por danos morais coletivos em favor do povo indígena Z’oé, no valor de R$ 50 mil, pelo garimpo ilegal que existia na região e provocou conflitos e levou doenças aos indígenas. A Agência Nacional de Mineração foi condenada a não emitir novas autorizações de pesquisa dentro da zona intangível no entorno da área Z’oé, onde atividades extrativas e financeiras são proibidas.

A ação do MPF demonstrou que, desde 2012, a atividade garimpeira se intensificou na região. Foi nesse ano que se identificou uma pista de pouso de aproximadamente 400m de extensão, a 14 km do limite sudoeste da terra Z’oé, dentro da zona intangível, permitindo o transporte de ouro extraído ilegalmente em garimpo próximo. A pista era irregular e o garimpo não tinha licença minerária ou ambiental, apenas autorização de pesquisa.

A pista e o garimpo foram destruídos em 2016, mas, antes disso, foram registrados incidentes envolvendo indígenas e garimpeiros. Os indígenas teriam tentado fechar a pista de pouso clandestina, por conta própria, mas não obtiveram êxito, fato que apenas aumentou a tensão com os garimpeiros. “Em fevereiro de 2016”, diz a sentença, “alguns indígenas desapareceram por uma semana e retornaram para a aldeia gripados, colocando em risco a vida do grupo”.

A sentença, do juiz Érico Rodrigo Freitas Pinheiro, da 2ª Vara da Subseção Judiciária de Santarém, é datada de 28 de agosto.

Processo 0000788-21.2016.4.01.3902

Íntegra da sentença

Ministério Público Federal no Pará

TSE tenta censurar/limitar o uso do WhatsApp

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Tecmundo publica matéria dando conta que o TSE tenta intervir no funcionamento do Whatsapp, tentando limitar quantas vezes o cidadão pode distribuir conteúdo entre outras limitações.  “#E O QUE OS QUE NADA TEM A VER COM ISSO, COMO FICAM? CENSURADOS. #INCOMPETÊNCIA PURA PROVADA QUE DESCONHECEM E NÃO SE PREOCUPAM COM O UNIVERSO ONLINE. EM CIMA DA HORA SÓ OFERECEM A OPÇÃO. CENSURA”

As Eleições 2018 vêm sendo marcadas pela ampla distribuição de fake news no WhatsApp e, mesmo com orientações e novas ferramentas para evitar campanhas de desinformação, a incidência e o compartilhamento de notícias falsas continuam sendo grandes — especialmente nos grupos de família. Ciente desse problema, o Tribunal Superior Eleitoral(TSE) decidiu convocar representantes da plataforma para sugerir 8 mudanças que podem diminuir a distribuição desse conteúdo.

De acordo com o UOL Tecnologia e o Blog Porta 23, as propostas do TSE são as seguintes:

  • Redução da limitação de encaminhamento de mensagens, de 20 para 5
  • Eliminação do botão de encaminhamento ao lado de mensagens de áudio e de vídeo
  • Entrada do mecanismo de checagem de fatos
  • Limitação do número de grupos criados por usuário, de 9.999 para 499
  • Limitação do número de grupos que um usuário pode participar — atualmente não há limite
  • Trabalho em conjunto com o TSE, sociedade civil e meios de comunicação para desenvolver conscientização
  • Trabalho com acadêmicos brasileiros para aprender mais sobre a disseminação da desinformação

Um porta-voz do WhatsApp disse ao UOL Tecnologia que a conversa com o conselho do TSE foi frutífera, contudo, não se comprometeu a realizar alteração alguma. Esse diálogo aconteceu um pouco tarde, pois, considerando que o segundo turno acontece daqui a 9 dias, as modificações na política de uso da plataforma teriam que ser realizadas rapidamente para surtirem algum efeito.

Cada link de fake news pode atingir até 5.120 pessoas por aqui. Situação semelhante vive a Índia, onde a propagação de material mentiroso se tornou um problema ainda maior e por lá três das sugestões acima já estão em vigor.

WhatsApp diz que mudanças a uma semana do 2º turno “são impossíveis”

A companhia agora responde, dizendo que realizar tais mudanças seriam impossíveis a pouco mais de uma semana do segundo turno.

Primeiro, para qualquer mudança, fazemos testes em pequena escala para avaliar a estabilidade. Depois, colocamos as alterações no aplicativo público, mas isso é feito de forma lenta e gradativa, porque temos 1,5 bilhão de usuários. Em seguida, os usuários precisam atualizar a versão do aplicativo em seus celulares, para que as novas ferramentas apareçam. Então, o processo leva meses”, explica um porta-voz, que concedeu entrevista da sede da companhia na Califórnia à BBC News Brasil.

Ele disse que o WhatsApp não tem planos para repetir a restrição de encaminhamento de mensagens para até 5 pessoas, como acontece atualmente na Índia. Também não há interesse em reduzir o número de grupos que possam ser criados por um mesmo usuário e nem a quantidade de participantes.

“O limite criado na Índia foi um teste. Os usuários naquele país não ficaram satisfeitos com a mudança. Nós olhamos constantemente o feedback sobre nossas ferramentas para decidirmos o que vamos ou não implementar. Isso não é algo que estejamos pensando em implementar no Brasil e seria tecnicamente impossível fazê-lo a uma semana das eleições.”

*TECMUNDO

#CAROLINA- Réu é condenado a 27 anos de reclusão pelo Tribunal do Júri

JOÃO GEMINE
Reprodução Internet: Réu Condenado a 27 anos

Em sessão de julgamento do Tribunal do Júri Popular da Comarca de Carolina, nesta terça-feira, 16, o réu João Carvalho Campos foi condenado a 27 anos de reclusão em regime inicial fechado pelo crime de homicídio qualificado, praticado contra Jeová Mendes da Silva. O caso aconteceu na madrugada do dia 11 de julho de 2015, quando o acusado desferiu vários golpes de faca contra a vítima.

O condenado, conhecido como João Gêmeo, foi incurso nas sanções do artigo 121, incisos II, IV e V, do Código Penal Brasileiro, uma vez que o crime foi praticado por motivo fútil, mediante recurso que impossibilitou a defesa da vítima e para assegurar a ocultação de outro crime.

Durante o julgamento atuou na acusação o promotor de justiça Marco Túlio Rodrigues Lopes, titular da comarca. A sessão foi presidida pelo juiz Mazurkiévicz Saraiva de Sousa Cruz, e a defesa foi representada pelo defensor dativo Emerson Carvalho Cardoso.

Redação: CCOM-MPMA

PRF Tocantins apreende caminhões por uso de Diesel S500 e fluído Arla 32

Um dos veículos utilizava Diesel S500 como combustível, que foi banido por ser considerado muito poluente. Casos foram em Paraíso do Tocantins e Gurupi.

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Caminhões foram apreendidos por crimes ambientais — Foto: Divulgação/PRF

Quatro caminhões foram apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal na BR-153 após ser constatado crime ambiental nos combustíveis utilizados. Um dos veículos estava abastecido com Diesel S500, que foi banido para todos os automóveis fabricados a partir de 2012 por ser considerado muito poluente. Os outros tinham irregularidades na quantidade de fluído Arla 32, que é utilizado para reduzir emissão de gases tóxicos.

Dois dos caminhões apreendidos transportavam encomendas dos Correios e foram parados na região de Gurupi durante a manhã. A empresa informou que o serviço é terceirizado e que por isso não tem responsabilidade sobre os veículos. Uma das transportadoras disse que está apurando os fatos e que vai tomar as providências cabíveis. A outra ainda não se manifestou.

Os outros veículos foram flagrado em Paraíso do Tocantins, também durante a manhã. Os dois são bitrens utilizados para o de transporte de grãos.

O diesel S500 é mais barato que o S10 e por isso costuma ser utilizado de forma irregular, mesmo sendo pior para o meio-ambiente. A PRF informou que a fiscalização vai ser reforçada no Tocantins para inibir o uso do produto.

Carolina_MA:POLÍCIA MILITAR EM CAROLINA RECUPERA MOTOCICLETA

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*POLÍCIA MILITAR EM CAROLINA RECUPERA MOTOCICLETA*

O 4° Batalhão de polícia militar, através da Rádio Patrulha , Esquadrão Águia e do serviço de inteligência da 2* Companhia em Carolina, recuperaram em uma operação policial uma motocicleta, que havia sido furtada no município de Balsas, a mesma foi entregue para o senhor Almir Rogério dos Santos, proprietário da motocicleta Bros 150 cor preta, Placa OXS 8814, recuperada em uma operação da polícia militar no município de Carolina.

*Polícia militar e polícia civil para servir e proteger*🚔